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terça-feira, 5 de junho de 2012

Internet: sistema de endereços de IP será atualizado na quarta


A internet terá uma atualização importante durante esta semana, sem que seus usuários se deem conta - se tudo correr bem. A mudança está prevista para as 00h01GMT (21h01 em Brasília) da quarta-feira e autorizará o aumento dos números de IP na rede - hoje são mais de 4 bilhões de combinações possíveis.
A operação é conhecida como "lançamento mundial de IPv6", quando os operadores e provedores de internet passarão permanentemente ao novo sistema, eliminando gradativamente o antigo IPv4.
O novo sistema está sendo introduzido em razão do esgotamento do número de endereços de IP existentes. A transição total levará anos, e os antigos aparelhos e redes de IPv4 continuarão funcionando normalmente.



"A maior parte dos usuários não deve se dar conta de nada", afirma Leo Vegoda, da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Icann, na sigla em inglês), que gere o sistema de endereços da rede. No entanto, ele assinala que os usuários podem enfrentar alguns contratempos.
O protocolo IPv4 não dispõe de números de IP suficientes para que cada aparelho tenha o seu. Por isso, vários usuários compartilham um mesmo endereço, o que se supõe que possa atrasar algumas atividades realizadas pelo computador. No entanto, no período que o IPv4 e o IPv6 coexistirem, as conexões vão ter que encontrar um caminho compatível entre os sistemas, o que pode causar idas e vindas que tornam mais lento o acesso a uma página.
Johannes Ullrich, do Instituto Tecnológico SANS, considera que em alguns casos possa se constatar perda em velocidade e confiabilidade ao permanecer no IPv4. "Mas, ao fim, isso deve tornar a internet mais fluida".
Grandes companhias de internet, como Google e Facebook, animam as empresas e as pessoas a fazerem a transição, afirmando que fará com que a comunicação entre diferentes aparelhos de uma rede particular ou profissional se torne mais eficaz.


Fonte da cópia =P: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5811232-EI12884,00-Internet+sistema+de+enderecos+de+IP+sera+atualizado+na+quarta.html

sábado, 26 de maio de 2012

Malware: Aumento Considerável em Todas as Plataformas


No primeiro trimestre de 2012, já houve a detecção de 8 milhões de novas amostras de malware, mostrando que os autores dessas pragas cibernéticas continuam trabalhando no desenvolvimento incessante de novas variantes", disse Vincent Weafer, vice-presidente sênior do McAfee Labs. "As mesmas habilidades e técnicas que foram afiadas na plataforma PC, estão cada vez mais sendo implantadas a outras plataformas, tais como dispositivos móveis e sistemas Mac." Pelo fato de que muito mais usuários domésticos do que usuários empresarias utilizem essas plataformas, os ataques vão se espalhando de forma rápida. Por esse motivo é que todos os usuários, independentemente da sua plataforma, precisam ter a segurança e tomar as precauções de segurança on-line.



Essa grande explosão de infecção por malware móvel atingiu uma inclinação significativa durante o Q1 2012, com 8.000 no total de amostras de malware móveis recolhidas. Este grande aumento se deveu em parte ao McAfee Labs (com seus avanços no processo de detecção) e acúmulo de amostras de malware móvel. O lucro financeiro é um dos principais motivadores para a propagação de malware na plataforma Android, como já foi identificado pela McAfee Labs através de seu pesquisador Carlos Castillo.

Cerca de 7.000 ameaças para o sistema Android foram coletadas e identificadas até o final do 1 º trimestre, o que significa um aumento de mais de 1200 em comparação com as 600 amostras coletadas até o final do 4 º trimestre de 2011. A maioria dessas ameaças são oriundas de aplicativos de mercados de terceiros, e não são normalmente encontradas no mercado Android oficial. Devido ao aumento de malware em PCs e Macs até o final de 2011, o McAfee Labs recolheu mais de 75 milhões de amostras. Q1 2012 teve o maior número de malwares detectados em PC por trimestre nos últimos quatro anos.

Fonte: http://under-linux.org/malware-aumento-consideravel-em-todas-plataformas-4896/
Para saber mais: http://www.net-security.org/malware_news.php?id=2122

sexta-feira, 16 de março de 2012

Oracle versus Google: Julgamento Começa Dia 16 de Abril


Praticamente seis meses após a data inicialmente prevista, a reclamação da Oracle Corporation sobre a violação de patentes alegadas pelo sistema operacional móvel do Google, o popular Android, já foi definida para entrar em andamento. De acordo com o juiz distrital da Califórnia, William Alsup, ficou estabelecido o dia 16 de abril de 2012, como o primeiro dia de julgamento, que deve durar cerca de oito semanas.

Anteriormente, a Oracle anunciou que iria retirar três patentes adicionais do caso, devido ao US Patent and Trademark Office (USPTO) ter continuado a rejeitá-las. As patentes em questão são a 7.426.720, a 6.910.205 e a 5.966.702. Elas já foram rejeitadas pelo USPTO, mas a Oracle ainda pode recorrer das decisões. Isto significa que as sete patentes, alegada a infração base da denúncia original da Oracle, foram agora reduzidas a apenas duas: a 6.061.520, o que já foi confirmado pelo USPTO, e a RE38104. A segunda patente foi "inventada" pelo criador do Java, James Gosling e recentemente foi também rejeitada, de forma preliminar, pelo USPTO.

Fonte: http://under-linux.org/oracle-versus-google-julgamento-comeca-dia-16-de-abril-4544/#ixzz1pHODeifm

sábado, 10 de março de 2012

Pré-Carregamento Modifica Estatíticas em Favor do Chrome


Desde sua versão 13, o navegador Google Chrome – desenvolvido pelo Google – conta com o recurso de pré-carregamento (pre-rendering, em inglês) de páginas. Para que o carregamento de uma página não demore muito, o computador, num momento de pouca atividade, carrega várias
páginas dentre as mais acessadas e as armazena em cache. Dessa forma, ao acessar a página, o usuário tem a impressão de que o acesso foi mais rápido: na verdade, a página já estava carregada e salva em seu computador.

Para nós, usuários, é uma solução interessante e não há nenhum problema. Para as empresas e sites que trabalham com estatísticas, no entanto, não se pode dizer o mesmo. Toda vez que uma página é acessada pelo Google Chrome e pré-carregada, esse acesso é contado. E nem todas as vezes em que a página é pré-carregada pelo browser ela está realmente sendo lida pelo usuário. Ou seja, o browser acessa mais vezes a página do que as vezes em que você realmente a lê, gerando mais contagens do que acessos reais.

Isso faz com que algumas estatísticas sejam calculadas de maneira errada. A grosso modo, como os sites contam mais acessos originados pelo browser do Google, quando é feita uma estatística de número de acessos por cada browser, o Google Chrome leva uma pequena vantagem.

O site NetApplications – referência em estatísticas online – já modificou o seu sistema de contagens. A partir do mês passado, a contagem não será mais feita no carregamento (download) da página e de seu conteúdo pelo browser do usuário. A contagem será feita somente quando o usuário realmente acessar aquele conteúdo, ou seja, ler a página.

Sistema de pré-carregamento do Google Chrome confunde estatísticas

Mesmo assim, a diferença dos resultados é bem pequena: as estatísticas de fevereiro mostram que 52.84% dos usuários utilizam o Internet Explorer, seguidos por 20.92% do Mozilla Firefox e 18.9% do Google Chrome. As estatísticas de dezembro, com o método de contagem antigo, mostravam que o browser do Google era usado por 19.11% dos usuários.

Fonte: http://under-linux.org/pre-carregamento-modifica-estatiticas-em-favor-do-chrome-4487/#ixzz1odXOYjwu

Guerra de patentes foi a salvação da Apple em 1997.

A Apple vive hoje uma batalha judicial em tribunais de diversos países contra fabricantes de telefones Android. Segundo seu biógrafo Walter Isaacson, Steve Jobs declarou: “Eu vou usar meu último suspiro para isso, e gastarei cada centavo dos US$40 bilhões da Apple no banco para corrigir esse erro. Vou destruir o Android, porque é um produto roubado.
Farei disso uma guerra termonuclear.”

Steve Jobs e Bill Gates: os fundadores da Apple e da Microsoft
Todos – ou quase todos – sabem que a Microsoft salvou a Apple da extinção em 1997, dez anos antes do lançamento do primeiro iPhone. O que talvez poucos saibam é que um dos grandes motivos para a Microsoft ter feito essa “caridade” foi uma guerra de patentes. Citando um trecho da biografia de Jobs por Isaacson:

“Eu liguei pro Bill e disse “Eu vou virar o jogo”. Bill sempre teve uma queda pela Apple. Nós o colocamos no negócio dos aplicativos. Os primeiros aplicativos da Microsoft foram o Excel e o Word para Mac. Então eu liguei pra ele e disse “Eu preciso de ajuda”. A Microsoft foi construída sobre patentes da Apple. Eu disse “Se formos aos tribunais, em alguns anos eu ganharia uma indenização bilionária pelas patentes. Eu sei disso e você sabe disso. Mas a Apple não vai sobreviver tanto tempo se estivermos em guerra. Então vamos dar um jeito nisso agora. Tudo o que eu preciso é que a Microsoft se comprometa a continuar desenvolvendo aplicavos para o Mac e um investimento da Microsoft para ter uma participação em nosso sucesso.”

O que aconteceu depois do investimento de US$150 milhões da Microsoft na Apple é de saber público. Foi o que salvou a empresa da maçã da falência e sustentou-a até que começasse a subir o longo aclive que a transformou na empresa de tecnologia mais valiosa do mundo.

Fonte: http://under-linux.org/guerra-de-patentes-foi-salvacao-da-apple-em-1997-4486/#ixzz1od4pbrSD

sexta-feira, 9 de março de 2012

Computadores da NASA Invadidos por Crackers


Segundo o inspetor geral da NASA, Paul Martin, a agência espacial norte americana foi alvo de mais de 47 ataques virtuais no ano passado, 13 dos quais tiveram sucesso. IPs chineses foram identificados como sendo a fonte de alguns ataques, mas, segundo Paul Martin, o perfil dos agressores é variado. Vão desde crackers testando suas habilidades e organizações criminosas internacionais que fraudam cartões de crédito até espiões dos serviços de inteligência de governos estrangeiros, ávidos por descobrir os próximos passos da exploração espacial dos Estados Unidos.

A agência espacial norte
americana foi
recentemente invadida
por hackers e crackers.
A extensão e profundidade dos ataques são surpreendentes: no mais bem sucedido deles, os crackers conseguiram controle operacional total de várias máquinas do Laboratório de Propulsão a Jato, inclusive de acessar, modificar ou apagar diversos arquivos secretos relativos às missões espaciais. Em um ataque anterior, já haviam sido roubadas 150 credenciais de funcionários.

Essas invasões trouxeram à empresa um prejuízo de 7 milhões de dólares, e, para, preveni-las, os investimentos em segurança são constantes. Nos últimos cinco anos, a NASA organizou investigações que levaram a prisões em diversos países como Portugal, China, Reino Unido, Romênia, Nigéria, Turquia e Itália.

Em tempo, para quem não está habituado ao termo "cracker": vem do inglês "quebrador" e se aplica a todo aquele que "quebra" um sistema, invadindo-o. Hackers são aqueles que decifram (do inglês, "hack", brecha, abertura) o código de um programa e o modificam, talvez acrescentando novas funcionalidades. Em geral, hackers seguem um rigoroso código de ética. O termo "cracker" foi cunhado pelos hackers na década de 80, justamente para que não se confunda um com o outro. Infelizmente, a maior parte da imprensa ainda não aprendeu a diferença.

Fonte: http://under-linux.org/computadores-da-nasa-invadidos-por-crackers-4485/#ixzz1ocyjMV7I

quinta-feira, 8 de março de 2012

Software Anti-Vírus para Android: Está Faltando Confiabilidade


Por causa dessa epidemia de amostras de malware emergindo, e perturbando a tranquilidade dos usuários de sistemas operacionais e principalmente de dispositivos móveis, foi realizado um teste de segurança, para saber qual o nível de eficácia das soluções anti-vírus disponíveis no mercado. Com apenas sete produtos alcançando uma taxa de detecção de 95% ou um pouco mais, e 24 produtos apresentando taxas de detecção inferiores a 65%, os testes realizados pela AV-Test mostraram que o software antivírus para o Android ainda precisa percorrer um longo caminho, para atingir a confiabilidade que existe em software anti-vírus para ambientes desktop.

De forma paralela, a explosão dos aplicativos anti-vírus está equiparada com a quantidade de malware para smartphones Android. Esse cenário de ameaças e pragas virtuais, inclui trojans bancários online (cada vez mais perigosos), discadores de tarifa majorada e spyware. Nesse contexto, a AV-Test avaliou as taxas de detecção de 41 aplicativos anti-vírus para smartphones Android, utilizando um total de 618 amostras de malware.

Compondo este programa de testes com software anti-vírus, estavam as empresas Avast, Dr. Web, F-Secure, Ikarus e Kaspersky. Assim, foi detectado mais de 95% das amostras de malware, com os especialistas Lookout e Zoner ficando abaixo desse percentual. Outros dez produtos, detectaram pouco mais de 65% da amostra. Mas fornecedores como BullGuard, Commodo, G Data e McAfee, (renomados no mercado de desktops), estiveram entre os produtos que detectaram menos de dois terços das amostras de malware que foramtestadas. Os testers foram incapazes de identificar qualquer funcionalidade de detecção em um total de seis produtos, incluindo Android Anti-Virus e Android Defender.

Cada software anti-vírus testado, tem a habilidade de detectar a presença de malware principalmente através do uso de assinaturas. Os usuários não devem esperar algoritmos de detecção mais sofisticados, a partir de análise heurística e detecção de comportamento. Isso causaria uma limitação, na proteção contra os tipos de malware já conhecidos.

Fonte: http://under-linux.org/software-anti-virus-para-android-esta-faltando-confiabilidade-4501/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cibercriminosos Usam Malware para Redirecionar Chamadas Telefônicas de Bancos


Os especialistas da Trusteer, descobriram um desenvolvimento relativamente novo em algumas configurações do Ice IX, que tem como alvo clientes de serviços bancários on-line no Reino Unido e EUA. Para quem não sabe, Ice IX é uma variante modificada da plataforma do temido malware financeiro "ZeuS". Amit Klein, CTO da Trusteer, disse que além de roubar dados de contas bancárias, essas configurações do Ice IX estão capturando informações sobre contas de telefone pertencentes às vítimas. Isso permite que atacantes possam desviar chamadas do banco destinadas à seu cliente, para números de telefone controlados pelos cibercriminosos.

Há grandes indícios de que os bankers que também agem como phreakers (mesmo indiretamente), estejam executando transações fraudulentas, utilizando as credenciais roubadas e redirecionando pós-transação, o telefone de verificação do banco, para chamadas de serviços profissionais onde os próprios criminosos manipulam as transações. Em um ataque de captura, no início da sessão o malware rouba o ID da vítima (usuário e senha), informações memoráveis relacionadas a perguntas e respostas secretas, data de nascimento e saldo da conta.

Em seguida, a vítima é convidada a atualizar seus números de telefone de registro, (número da casa, de telefones móveis e trabalho) e selecionar o nome do seu fornecedor de serviços a partir de uma lista drop-down. Neste ataque em particular, as três operadoras de telefonia mais populares no Reino Unido são apresentadas: British Telecommunications, TalkTalk e Sky.

Para habilitar o atacante a executar esta modificação nas configurações do serviço de telefone da vítima, há uma solicitação feita pelo malware para enviar o número da conta telefônica. Este é um dado muito particular, normalmente conhecido apenas para o assinante do telefone e da companhia telefônica. Ele é utilizado pela companhia telefônica para verificar a identidade do assinante, e autorizar modificações sensíveis relativas a conta, tais como encaminhamento de chamadas.

Os fraudadores justificam esse pedido, indicando que esta informação esteja requerida como parte do processo de verificação causado por "um mau funcionamento do sistema de banco anti-fraude, associado ao seu provedor de linha fixa de telefone do serviço". De acordo com Amit Klein, CTO da Trusteer, os cibercriminosos estão cada vez mais se voltando para estes métodos de ataques pós-transação, para esconder atividades fraudulentas do e-mail da vítima e de telefone de comunicação do banco. Isso permite que atacantes burlem mecanismos de segurança que buscam anomalias em todas as transações que já foram executadas pelo usuário.

Fonte/Cópia: http://under-linux.org/cibercriminosos-usam-malware-para-redirecionar-chamadas-telefonicas-de-bancos-4294/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Crackers Brasileiros Abrem Escola para Formar Cibercriminosos


Muitos crackers brasileiros, são conhecidos por sua preferência por roubar e abusar de dados bancários e números de cartão de crédito, mas também pela sua propensão para se vangloriar abertamente on-line, sobre a prática de suas atividades ilegais. Esta atitude relaxada em relação à possibilidade de ser pego e julgado por suas ações ilegais, deve-se às leis do país, extremamente inadequadas quando se refere a questões anti-cibercrime, explica Fabio Assolini da Kaspersky Lab, que recentemente percebeu um outro "negócio" de risco iniciado pelos criminosos que atuam na grande rede.

Para ajudar novos "empresários" ou iniciantes interessados ​​em uma vida de crimes cibernéticos, alguns crackers brasileiros começaram a oferecer cursos pagos, revela o especialista. Outros foram ainda mais longe, criando uma escola de Cibercrime, para vender as habilidades necessárias para quem tem interesse em ingressar neste universo ilegal na área tecnológica, mas não tem o know-how técnico.

Um número de diferentes cursos está sendo oferecido, e enquanto alguns parecem ser os legítimos - como se tornar um designer, um designer Web, um hacker, um programador - outras vem na contramão da legalidade, oferecidos para ensinar como se tornar um "banker", um defacer ou um spammer.

Fonte: http://under-linux.org/crackers-brasileiros-abrem-escola-para-formar-cibercriminosos-4198/

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Murdoch chama Google de líder da pirataria

Rupert Murdoch estreou há apenas algumas semanas sua conta no Twitter e seus tuítes já estão dando o que falar. Este final de semana, o magnata disparou para todos os lados, reclamando desde o preço de guloseimas vendidas nos cinemas, passando pela Casa Branca e até chegar ao Vale do Silício, mais especificamente na porta do Google.

Durante o “tiroteio” na rede de microblogs, Murdoch escreveu que a Casa Branca está a serviço dos “mestres do Vale do Silício”. Depois, declarou que o Google lucra com anúncios vendidos para empresas que oferecem produtos falsificados e disse que a companhia é a “líder da pirataria”.

Em comunicado enviado para o site CNET, o Google descreveu as palavras do milionário como absurdas. O porta-voz ainda lembrou que em 2011 mais de 5 milhões de páginas de conteúdo duvidoso foram retiradas dos resultados das buscas e mais de US$60 milhões foram investidos na batalha contra a pirataria.

Ainda de acordo com a CNET, os tuítes do empresário foram motivados depois que a Casa Branca anunciou preocupações com os meandros da nova lei contra pirataria atualmente em debate no Congresso e ainda declarou que não vai apoiar nenhum tipo de legislação que possa desencadear a censura na internet.

Conhecido como SOPA (Stop Online Piracy Act), o projeto é considerado rigoroso e tem forte apoio de grandes corporações do setor midiático, entre elas a News Corp., propriedade de Murdoch e estúdios de cinema. Do outro lado da moeda estão as empresas de tecnologia, como Google, Amazon e Facebook, que consideram o projeto uma ameaça à liberdade de expressão.

Fonte, ou melhor, cópia cuspida e escarrada:
http://info.abril.com.br/noticias/internet/murdoch-chama-google-de-lider-da-pirataria-16012012-17.shl

PS: Copiamos os posts de que gostamos. =D