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sábado, 20 de abril de 2013

Exercícios resolvidos Linux Básico.


01) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é um arquivo executável?

-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:39 script_3

A coluna de permissões (- rw- r-- r-x) é subdividida em 4 colunas:
No caso do arquivo scrip_3 temos:

1ª) Informa o tipo de arquivo:
O sinal de menos (-) indica que é um arquivo comum.
Pode ser um texto puro que contém um código para ser executado/interpretado
ou pode ser um arquivo binário/compilado.
Ela pode conter também:
“l” (L de limão) sempre em minúsculo indicando um link/atalho
“d” (D de dado) sempre em minúsculo indicando um diretório/pasta

2ª) Informa as permissões do Dono do arquivo:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o dono pode ler o arquivo (read)
“w” Indica que o dono pode modificar o arquivo ou escrever nele (write)
“-” Sinal de menos, indica que NÃO há permissão. Se houvesse alguma haveria um
“x” no lugar do “-”

3ª) Informa as permissões de grupos de usuários:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o grupo pode ler.
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “w”
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “x”

4ª) Informa as permissões para os demais usuários do sistema:
“r” Indica que os demais podem ler.
“-” Indica que não há permissões p/ demais usuários. Caso contrário seria um “w”
“x” Indica que os demais usuário tem permissão para Executar/Rodar o arquivo.

Por isso o único arquivo executável nesta listagem é o script_3

02) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é o que possui mais dados?

-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x convidado convidado 0 2010-08-02 21:39 script_3

Todos tem o mesmo tamanho e são arquivos vazios.

03) Para impedir que haja problemas você precisa tirar somente a permissão de gravação do arquivo abaixo. Qual comando e sintaxe você deve utilizar?

-rw-r--r-- 1 convidado convidado 167 2010-03-03 20:58 examples.desktop
chmod u-w examples.desktop

04) Lendo o manual de instalação de um produto específico você foi instruído a permissionar o diretório de dados com a permissão 777. Qual o potencial problema deste pemissionamento?

Ele libera permissão de escrita/modificação para qualquer usuário logado no sistemas. Logo as modificações deste diretório perdem o controle.

05) Crie o diretório “/tmp/dados” e mude o dono do diretório para o usuário “dados”. Caso o usuário “dados” não exista crie-o.

cd /tmp
mkdir dados
adduser dados
chown dados dados

06) Adicione o grupo “usuarios_restritos” e mude o grupo do diretório “/tmp/dados para “usuarios_restritos”.

addgroup usuarios_restritos
chown dados:usuarios_restritos dados/

07) Você precisa criar um usuário para liberar acesso para a equipe do ERP. Crie o usuário chamado “suporte3” com a senha “novasenha3#”.

Adduser suporte3



Digite a nova senha UNIX:novasenha3#
Redigite a nova senha UNIX: novasenha3#

08) Altere a senha do usuário “suporte3” para “L1nux3#2011”.

passwd suporte3
Digite a nova senha UNIX:L1nux3#2011
Redigite a nova senha UNIX:L1nux3#2011

09) Converta a permissão “-r-x---rwx” para a o formato octal.

507

10) Converta a permissão “dr--r--r--“ para o formato octal.

444

11) Qual será a permissão do arquivo “teste_2” após a execução do comando “chmod o=x teste_2”?

-rw-r----x ou 640

12) Qual o formato octal para tirar todas as pemissões de um arquivo ou diretório?

000 o comoando seria  chmod 000 arquivo

13) Crie um arquivo chamado “/tmp/exercício_vi” com a saída do comando “ls–l /”.

cd /tmp
ls -l / >> exercicio_vi

14) Abra o arquivo “/tmp/exercício_vi” com o editor de textos vi e faça execute os passos abaixo:

a. Mova o curso para a última linha utilizando o comando de atalho para isso.
R: G (shift g)

b. Copie a última linha e cole-a no começo do arquivo utilizando os comandos de
atalhos para isso. (copiar, mover o cursor para o início do arquivo e colar)
R: yy gg p

c. Procure a palavra “vmlinuz” utilizando o comando de atalho para busca e delete todas as entradas desta palavra utilizando o comando de atalho.
R: /vmlinuz dw n dw n dw n até apagar todas as recorrência da palavra buscada.

d. Salve o arquivo.
R: ESC (para garantir que esta no modo comando) :w

e. Vá para o final do arquivo e insira uma linha em branco e seu Nome.
R: G o Fernando

f. Salve o arquivo
R: ESC :w

g. Saia do editor de textos Vi.
R: ESC (sempre gosto de garantir que esta em modo de comando) :q

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Crackers Usam Ferramenta de Manutenção Remota como Trojan


Crackers estão usando uma ferramenta de manutenção remota, a NetWire (que pode ser utilizada para monitorar computadores com Windows, Mac OS X, Linux e Solaris), como se fosse um trojan. dessa forma, as empresas de software antivírus responderam, identificando o programa como se fosse um malware. Nesse contexto, a World Wired Labs, descreveu o NetWire como uma aplicação de manutenção remota estendida. O aplicativo host pode ser executado em Windows, várias versões de Linux, Mac OS X e Solaris, enquanto que o cliente "administrator workstation", que pode ser controlado a partir de um servidor, só pode ser executado no Windows. A versão básica custa R$ 65, a versão Pro, (que pode ser estendida com add-ons), custa US $ 105. Os preços para a versão avançada estão disponíveis mediante solicitação prévia.

Ferramenta de manutenção remota está sendo reconhecida como malware, devido a mais uma façanha de cibercriminosos

A empresa considera NetWire uma ferramenta altamente confiável para manutenção remota de infra-estrutura de negócios, pois ela é capaz de ultrapassar as barreiras do sistema operacional. A conexão entre o cliente e o servidor é protegida por criptografia AES,  sendo limitada a uma única porta TCP. Mas a empresa também anuncia "requisitos especiais de acesso remoto", além de outros métodos de monitoramento. Neste caso, NetWire monitora todos os processos e ainda gera screenshots.

Nesse contexto, há uma ênfase é sobre a capacidade de NetWire na utilização de proxy reverso para passar através de qualquer firewall ou roteador, a sua capacidade de ler as senhas do navegador (a partir de qualquer navegador), e o fato de que seu keylogger não exige privilégios de administrador. Extensões para sniffing de senhas e registros de conversas em mensagens instantâneas também estão no pipeline. Sob essa ótica, a ferramenta de manutenção remota começa a parecer muito com um "trojan toolkit".


Saiba Mais:

[1] World Wired Labs http://www.worldwiredlabs.com/
[2] Heise On-line http://www.h-online.com/security/new...n-1697425.html

Fonte:
http://under-linux.org/crackers-usam-ferramenta-de-manutencao-remota-como-trojan-5219/

terça-feira, 19 de junho de 2012

Internet Explorer 7, loja online cobra mais com IE7

Internet Explorer 7, loja online cobra mais a utilizadores de IE7. Taxa extra é aplicada exclusivamente a browser da Microsoft.


Uma loja online da Austrália cobra uma taxa extra a utilizadores do browser da Microsoft, o Internet Explorer 7. De acordo com a notificação da Kogan, a taxa extra - de 6,8% - é cobrada pelo montante de tempo necessário para que as páginas apareçam correctamente no IE7.

O website da loja online australiana recomenda, entretanto, a utilização de outros browsers populares de forma a que os utilizadores evitem pagar a taxa extra - Google Chrome, Apple Safari, Mozilla Firefox e Opera Web Browser.


Com um certo sentido de humor à mistura, os visitantes do website que efectuarem compras através do IE7 são ainda alertados pela loja: parece que o seu administrador de sistema esteve em coma durante os últimos 5 anos e ainda continua a usar o IE7. Para fazermos da Internet um lugar melhor, vai ser-lhe cobrado uma taxa de 6,8% pelas suas compras, afirma.

O que acham os leitores? Que browsers é que utilizam frequentemente?



terça-feira, 5 de junho de 2012

Internet: sistema de endereços de IP será atualizado na quarta


A internet terá uma atualização importante durante esta semana, sem que seus usuários se deem conta - se tudo correr bem. A mudança está prevista para as 00h01GMT (21h01 em Brasília) da quarta-feira e autorizará o aumento dos números de IP na rede - hoje são mais de 4 bilhões de combinações possíveis.
A operação é conhecida como "lançamento mundial de IPv6", quando os operadores e provedores de internet passarão permanentemente ao novo sistema, eliminando gradativamente o antigo IPv4.
O novo sistema está sendo introduzido em razão do esgotamento do número de endereços de IP existentes. A transição total levará anos, e os antigos aparelhos e redes de IPv4 continuarão funcionando normalmente.



"A maior parte dos usuários não deve se dar conta de nada", afirma Leo Vegoda, da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Icann, na sigla em inglês), que gere o sistema de endereços da rede. No entanto, ele assinala que os usuários podem enfrentar alguns contratempos.
O protocolo IPv4 não dispõe de números de IP suficientes para que cada aparelho tenha o seu. Por isso, vários usuários compartilham um mesmo endereço, o que se supõe que possa atrasar algumas atividades realizadas pelo computador. No entanto, no período que o IPv4 e o IPv6 coexistirem, as conexões vão ter que encontrar um caminho compatível entre os sistemas, o que pode causar idas e vindas que tornam mais lento o acesso a uma página.
Johannes Ullrich, do Instituto Tecnológico SANS, considera que em alguns casos possa se constatar perda em velocidade e confiabilidade ao permanecer no IPv4. "Mas, ao fim, isso deve tornar a internet mais fluida".
Grandes companhias de internet, como Google e Facebook, animam as empresas e as pessoas a fazerem a transição, afirmando que fará com que a comunicação entre diferentes aparelhos de uma rede particular ou profissional se torne mais eficaz.


Fonte da cópia =P: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5811232-EI12884,00-Internet+sistema+de+enderecos+de+IP+sera+atualizado+na+quarta.html

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Adicionando novo HD no CentOS 5.8 com LVM


Com este tutorial você poderá adicionar um novo disco e aumentar o tamanho de uma partição qualquer. Desde que o LVM já esteja devidamente configurado e em uso.

Você tem que estar logado como root.

1 - Desligue a máquina;
2 - Conecte o novo HD;
3 - Ligue novamente a máquina;

4 - Digite o comando df -h para conferir o que vc já tem em uso e montado;

5 - fdisk -l (éle de limão) para descobrir o nome do novo dispositivo,
/dev/sd(alguma coisa. pode ser b, c, d, etc...)

6- Digite fdisk /dev/sd(alguma coisa), vamos supor que é /dev/sdc
Então o comando seria fdisck /dev/sdc
A sequencia de parâmetros para o fdisk será:
p
n
p
1 (o número um / 1)
1 (significa o primeiro cilindro do HD)
789 (aqui eu coloquei um número aleatório, vc deve informar o número que indica o último cilindro do HD. O fdisk vai te falar qual é )
t
8e
p
w

7 - pvcreate /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispositivo no LVM)

8 - vgdisplay (para se informar dos grupos de dispositivos que vc tem no LVM)

9 - vgextend Grupo /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispo no grupo; vc tem que adicionar no mesmo grupo da partição que vc quer aumentar)

10 - vgdisplay para ver quantos Free PE / Sixe vc ganhou com o novo disco.

11- cat /etc/fstab Para revisar o volume logico usado na partição que deve crescer

12 - lvresize -l +nº de Free PE /dev/Grupo/volume logico da partição que deve crescer

13 - lvdisplay Para conferir que o LV Size aumentou

14 - umount /caminho da partição que vai aumentar

15 - e2fsck -f /dev/grupo/volume da partição que vai crescer

16 - resize2fs /dev/grupo/volume da partição que vai crescer

17 - mount /caminho da partição que vai aumentar

18 - df -h Para conferir o novo tamanho na partição que vc precisava aumentar.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Bug com fone de ouvido no Debian 6 em note Compac Presario c700 ou C720BR



Detectei um bug que ocorre no Debian 6 quando instalado no Compac Presario c720BR, e deve ocorrer o mesmo em um c700.

Segui a dica do ricksam do Viva o Linux de um post lá de 2008.

A dica consiste em instalar e/ou atualizar os pacotes:

alsa-base
alsa-tools
alsa-oss
alsa-utils
alsa-firmware-loaders

A linha de comando é:

# aptitude install alsa-base alsa-tools alsa-oss alsa-utils alsa-firmware-loaders

De pois vc deve identificar o modelo de seu dispositivo de som com o comando
lspci | grep -i audio


Depois disto você deve editar o arquivo /etc/modprobe.d/alsa-base.conf e acrescentar a linha:
options snd-hda-intel model=SEU-MODELO

No meu caso é o modelo 82801H

O arquivo fica da seguinte forma:


Espero que o post tenha sido útil.
Boa sorte e obrigado pela visita.

sábado, 10 de março de 2012

Passos tópicos para adicionar novo HD no Linux.

Eu já fiz um artigo sobre este mesmo assunto, Instalando HD novo no Ubuntu. Mas hoje eu resolvi fazer mais um para reforçar a absorção do conhecimento que estou adquirindo com o curso da 4Linux.

Segue então uma sequência de tópicos ou um passo a passo bem genérico, para a instalação de um novo HD em seu sistema GNU/Linux.

1- Desligue a máquina

2- Adicione o novo disco/hardware

3- Religue a máquina

4- Abra terminal e logue como root

5- Digite fdisk -l (éle de limão) para identificar o dispositivo de comunicação do novo disco. Na ultima linha da saída do comando, deve aparecer o seguinte:

O disco /dev/sdb não contém uma tabela de partições válida

Obs: O nome do dispositivo /dev/sdb pode variar. Neste exemplo esta sendo adicionado um 2º HD. Se estiver adicionando um 3º, teremos um /dev/sdc, se tivermos um 4º, /dev/sdd, um 5º /dev/sde e assim por diante.

6- digite cfdisk /dev/sdb e siga as instruções nas imagens a baixo, para criar a tabela de partições. No exemplo destas imagens é um HD de 8 GB sendo dividido em 3 partições.

0. Seleciona Nova e de Enter
1. Defina o tipo de partição
2. Definindo o cilindro da partição
3. Criando a segunda partição com o restante do espaço
4. Definindo o tipo de partição
5. Definindo  o cilindro. Início indica o primeiro cilindro disponível
6. Criando a terceira partição com os últimos bytes restantes
7. Definindo o tipo de partição
8. Gravando a definição de partições
9. Confirmando a gravação
10. Saindo do cfdisk

7- Confira o particionamento criado repetindo o comando fdisk -l

8- Defina um sistema de arquivos conforme a sua necessidade ou preferencia.
Use o comando mkfs.ext3 /dev/sdb1

9- Crie um diretório para o ponto de montagem do novo disco:
mkdir -p /mnt/disco2

10- Edite o arquivo /etc/fstab. Insira a linha a baixo.
/dev/sdc1       /mnt/disco2     ext3    defaults        0       2

11- Monte o seu novo disco:
# mount /mnt/disco2

12- Defina as permissões do /mnt/disco2 conforme a sua necessidade.

Guerra de patentes foi a salvação da Apple em 1997.

A Apple vive hoje uma batalha judicial em tribunais de diversos países contra fabricantes de telefones Android. Segundo seu biógrafo Walter Isaacson, Steve Jobs declarou: “Eu vou usar meu último suspiro para isso, e gastarei cada centavo dos US$40 bilhões da Apple no banco para corrigir esse erro. Vou destruir o Android, porque é um produto roubado.
Farei disso uma guerra termonuclear.”

Steve Jobs e Bill Gates: os fundadores da Apple e da Microsoft
Todos – ou quase todos – sabem que a Microsoft salvou a Apple da extinção em 1997, dez anos antes do lançamento do primeiro iPhone. O que talvez poucos saibam é que um dos grandes motivos para a Microsoft ter feito essa “caridade” foi uma guerra de patentes. Citando um trecho da biografia de Jobs por Isaacson:

“Eu liguei pro Bill e disse “Eu vou virar o jogo”. Bill sempre teve uma queda pela Apple. Nós o colocamos no negócio dos aplicativos. Os primeiros aplicativos da Microsoft foram o Excel e o Word para Mac. Então eu liguei pra ele e disse “Eu preciso de ajuda”. A Microsoft foi construída sobre patentes da Apple. Eu disse “Se formos aos tribunais, em alguns anos eu ganharia uma indenização bilionária pelas patentes. Eu sei disso e você sabe disso. Mas a Apple não vai sobreviver tanto tempo se estivermos em guerra. Então vamos dar um jeito nisso agora. Tudo o que eu preciso é que a Microsoft se comprometa a continuar desenvolvendo aplicavos para o Mac e um investimento da Microsoft para ter uma participação em nosso sucesso.”

O que aconteceu depois do investimento de US$150 milhões da Microsoft na Apple é de saber público. Foi o que salvou a empresa da maçã da falência e sustentou-a até que começasse a subir o longo aclive que a transformou na empresa de tecnologia mais valiosa do mundo.

Fonte: http://under-linux.org/guerra-de-patentes-foi-salvacao-da-apple-em-1997-4486/#ixzz1od4pbrSD

sexta-feira, 9 de março de 2012

Computadores da NASA Invadidos por Crackers


Segundo o inspetor geral da NASA, Paul Martin, a agência espacial norte americana foi alvo de mais de 47 ataques virtuais no ano passado, 13 dos quais tiveram sucesso. IPs chineses foram identificados como sendo a fonte de alguns ataques, mas, segundo Paul Martin, o perfil dos agressores é variado. Vão desde crackers testando suas habilidades e organizações criminosas internacionais que fraudam cartões de crédito até espiões dos serviços de inteligência de governos estrangeiros, ávidos por descobrir os próximos passos da exploração espacial dos Estados Unidos.

A agência espacial norte
americana foi
recentemente invadida
por hackers e crackers.
A extensão e profundidade dos ataques são surpreendentes: no mais bem sucedido deles, os crackers conseguiram controle operacional total de várias máquinas do Laboratório de Propulsão a Jato, inclusive de acessar, modificar ou apagar diversos arquivos secretos relativos às missões espaciais. Em um ataque anterior, já haviam sido roubadas 150 credenciais de funcionários.

Essas invasões trouxeram à empresa um prejuízo de 7 milhões de dólares, e, para, preveni-las, os investimentos em segurança são constantes. Nos últimos cinco anos, a NASA organizou investigações que levaram a prisões em diversos países como Portugal, China, Reino Unido, Romênia, Nigéria, Turquia e Itália.

Em tempo, para quem não está habituado ao termo "cracker": vem do inglês "quebrador" e se aplica a todo aquele que "quebra" um sistema, invadindo-o. Hackers são aqueles que decifram (do inglês, "hack", brecha, abertura) o código de um programa e o modificam, talvez acrescentando novas funcionalidades. Em geral, hackers seguem um rigoroso código de ética. O termo "cracker" foi cunhado pelos hackers na década de 80, justamente para que não se confunda um com o outro. Infelizmente, a maior parte da imprensa ainda não aprendeu a diferença.

Fonte: http://under-linux.org/computadores-da-nasa-invadidos-por-crackers-4485/#ixzz1ocyjMV7I

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Dica para instalação do Debian no VirtualBox


Essa é uma pequena dica que vale não só para a instalação do Debian mas para qualquer outra distribuição do Linux, cujo instalador solicita a retirada da media.

Neste caso a media é a imagem de cd, o arquivo .ISO, se estiver usando uma media física, basta apertar o eject do drive de cd no momento que for solicitado pelo instalador.

Da forma como irei mostrar com um print, não será preciso desligar a VM para então editar as configurações dela. Bastará usar os menus da janela do VistuaBox aonde roda a VM, que são:

Dispositivos > Dispositivos de CD/DVD >

No último nível do menu já são exibidas as opções de dispositivos. Que são o drive do Hospedeiro, e as imagens de cd que você tenha inserido no VirtuaBox.

Com este menu você monta de desmonta medias para sua VM em qualquer momento da execução dela.

[*Note no print que a imagem do debian esta flegada, indicando esta montada. Clicando sobre ela, será retirado o flag indicando que a imagem foi desmontada.


Snapshot virtualbox linha de comando ou snapshot virtualbox command line

Depois de ler e reler as man pages do Virtual Box, as FAQs, os manuais no site deste software de virtualização e além de muito googlar;

eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.

O comando é o seguinte:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot

Vou explicar o que significa cada coisa:

VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.

snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.

android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.

take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.

TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.

Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:

user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot

E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`

E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.

Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.

Resultados dos teste com a linha de comando.


Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Possível easter egg em uma das aulas da 4Linux

Estive revisando uma das aulas que estou assistindo online pela www.4linux.com e notei o que pode ser um easter egg referente a uma sena do filme O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Quem assistiu vai se ligar. Quem não assistiu, de uma "googlada" por the answer to life the universe and everything, resposta para a vida, o universo e tudo mais.

O google retorna o resultado da pesquisa também com uma brincadeira, ou seja, um easter egg; termo em inglês para surpresa devida a brincadeira que se faz com os ovos de chocolate na páscoa.

Bom, me parece que o pessoal da 4Linux não quis ficar para trás na questão de implantar uns easter eggs. Segue o print de uma das apostilas.

Na explicação sobre variáveis vemos o exemplo de uma que se chama:
ANSWER que significa, resposta, e é atribuída a ela o valor 42. Uma simples coincidência? Ou uma conspiração dos illuminati, kkkkk.

Google Chrome lento quanto as abas.

Estes dias o Google Chrome na máquina do escritório estava bem lento para passar de uma aba para outra ou para abrir novas abas.

Bom isso aconteceu porque eu fiz a besteira de concentrar todos os favoritos (tenho toneladas) na pasta Barra de favoritos do Google Chrome.

O negócio foi jogar tudo para a pasta Outros favoritos, e deixar na Barra de favoritos apenas uns poucos, como mostra figura a baixo.

Vale lembrar que se você tiver toneladas de favoritos como eu, vai demorar um cadinho, e o chrome vai disparar umas mensagens de erro, ai você vai clicando em aguardar até que ele termine.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Porque é chato ter espaços em branco nos isstemas UNIX linke

Em sistemas UNIX like como o Linux, o espaço em branco é um caractere reservado do shell. A grosso modo, shell é um interpretador de comandos que pedimos para o kernel do Linux fazer.

Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
cd dir com espaços em braco
O shell retorna um erro dizendo que o diretório não existe. Para resolver isso usamos um caractere para remoção, neste casso a contra barra " \ "

(pisti, uma fofoquinha aqui, o windows é todo do contra, por isso ele usa essa barra em tudo, rsrsrsr)

Então o comando fica assim:

cd dir\ com \espaços\ em\ branco

Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.

Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cibercriminosos Usam Malware para Redirecionar Chamadas Telefônicas de Bancos


Os especialistas da Trusteer, descobriram um desenvolvimento relativamente novo em algumas configurações do Ice IX, que tem como alvo clientes de serviços bancários on-line no Reino Unido e EUA. Para quem não sabe, Ice IX é uma variante modificada da plataforma do temido malware financeiro "ZeuS". Amit Klein, CTO da Trusteer, disse que além de roubar dados de contas bancárias, essas configurações do Ice IX estão capturando informações sobre contas de telefone pertencentes às vítimas. Isso permite que atacantes possam desviar chamadas do banco destinadas à seu cliente, para números de telefone controlados pelos cibercriminosos.

Há grandes indícios de que os bankers que também agem como phreakers (mesmo indiretamente), estejam executando transações fraudulentas, utilizando as credenciais roubadas e redirecionando pós-transação, o telefone de verificação do banco, para chamadas de serviços profissionais onde os próprios criminosos manipulam as transações. Em um ataque de captura, no início da sessão o malware rouba o ID da vítima (usuário e senha), informações memoráveis relacionadas a perguntas e respostas secretas, data de nascimento e saldo da conta.

Em seguida, a vítima é convidada a atualizar seus números de telefone de registro, (número da casa, de telefones móveis e trabalho) e selecionar o nome do seu fornecedor de serviços a partir de uma lista drop-down. Neste ataque em particular, as três operadoras de telefonia mais populares no Reino Unido são apresentadas: British Telecommunications, TalkTalk e Sky.

Para habilitar o atacante a executar esta modificação nas configurações do serviço de telefone da vítima, há uma solicitação feita pelo malware para enviar o número da conta telefônica. Este é um dado muito particular, normalmente conhecido apenas para o assinante do telefone e da companhia telefônica. Ele é utilizado pela companhia telefônica para verificar a identidade do assinante, e autorizar modificações sensíveis relativas a conta, tais como encaminhamento de chamadas.

Os fraudadores justificam esse pedido, indicando que esta informação esteja requerida como parte do processo de verificação causado por "um mau funcionamento do sistema de banco anti-fraude, associado ao seu provedor de linha fixa de telefone do serviço". De acordo com Amit Klein, CTO da Trusteer, os cibercriminosos estão cada vez mais se voltando para estes métodos de ataques pós-transação, para esconder atividades fraudulentas do e-mail da vítima e de telefone de comunicação do banco. Isso permite que atacantes burlem mecanismos de segurança que buscam anomalias em todas as transações que já foram executadas pelo usuário.

Fonte/Cópia: http://under-linux.org/cibercriminosos-usam-malware-para-redirecionar-chamadas-telefonicas-de-bancos-4294/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Comandos divertidos no Linux.

É ótimo ter um estudo dirigido por um professor. Trilha-se um caminho com mais segurança, confiança e ânimo.

Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:

fernando@br-fernando:/tmp$ awk -F : '{print $1 " <<< usa >>> " $7}' passwd | sort | nl

Agora eu explico:

O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.

Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl

Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:

     1    avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
     2    avahi <<< usa >>> /bin/false
     3    backup <<< usa >>> /bin/sh
     4    bin <<< usa >>> /bin/sh
     5    couchdb <<< usa >>> /bin/bash
     6    daemon <<< usa >>> /bin/sh
     7    fernando <<< usa >>> /bin/bash

Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sou um mutante resistente ao sol.

Hoje no Jornal do Almoço (@JAJoinville) uma entrevistada que participou de uma matéria sobre protetor solar e os demais cuidados que devemos tomar com a luz do sol, afirmou que aparelhos como forno de microondas e computadores emitem ondas que queimam tanto quanto o sol do meio dia.

Wow, então eu sou um mutante que resiste ao sol do meio dia por um período de 8, OITO horas.

Que os aparelhos eletrônicos emitem ondas eletromagnéticas isso é verdade. Os cabos dos postes nas ruas,  os muros, paredes e até os seres vivos também o fazem.

Mas partir disso para afirmar que tais ondas queimam tanto quando o sol do meio dia? Faça-me o favor de estudar pelo menos um pouquinho mais. Levanta ai uma pesquisa entre os profissionais de TI que tenham desenvolvido cancer de pele devido ao uso do computador. Não vou nem dizer uso excessivo,  porque a maioria dos profissionais da área passa no mínimo 8 horas diárias diante de um computador.

Fala sério, nossa raça (nerds da TI) já estaria extinta.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O sexto passageiro, haha. Pesquisa bugada.


Pesquisa bugada no Google Chrome mostra a sexta de cinco ocorrências da palavra xadrez que foram encontradas na página.

Temos um passageiro inesperado, o sexto passageiro, haha. Quem entendeu o trocadilho, posta nos comentários.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Google Lança Guia de Estilo para Aplicações Android


O Google anunciou a publicação de um guia de estilo para aplicações Android, em um novo site, o Android Design. O design do site Android incide sobre os princípios referentes ao Android 4.0, também conhecida como Ice Cream Sandwich (ICS), descrito pelo Google como o maior redesign ainda da interface do usuário Android, com uma estrutura de interface do usuário melhorada e novas interações. Nessa sequência, Google quer que os desenvolvedores criem aplicativos Android que sejam "mais simples e mais bonitos do que nunca", e assim, o site explica a visão e os princípios por trás do novo design, os blocos de construção que o sistema operacional fornece, e um conjunto de padrões para criar interfaces de usuário consistentes relacionadas ao Android.

O lançamento do Android 4.0 tem dado ao Google uma enorme oportunidade para tentar criar uma aparência mais unificada e um estilo "look and feel". No início deste mês, o Google anunciou que fabricantes de smartphones e tablets teriam acesso ao Android Market. Eles devem fazer interfaces de usuário personalizadas mais transparentes, e incluir um tema modificado standard.

Fonte: http://under-linux.org/google-lanca-guia-de-estilo-para-aplicacoes-android-4175/