Aqui procuro expor meus hobbys, meus conhecimentos técnicos na área de informática, um pouco de humor e nerdices em geral.
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sábado, 20 de abril de 2013
Exercícios resolvidos Linux Básico.
01) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é um arquivo executável?
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:39 script_3
A coluna de permissões (- rw- r-- r-x) é subdividida em 4 colunas:
No caso do arquivo scrip_3 temos:
1ª) Informa o tipo de arquivo:
O sinal de menos (-) indica que é um arquivo comum.
Pode ser um texto puro que contém um código para ser executado/interpretado
ou pode ser um arquivo binário/compilado.
Ela pode conter também:
“l” (L de limão) sempre em minúsculo indicando um link/atalho
“d” (D de dado) sempre em minúsculo indicando um diretório/pasta
2ª) Informa as permissões do Dono do arquivo:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o dono pode ler o arquivo (read)
“w” Indica que o dono pode modificar o arquivo ou escrever nele (write)
“-” Sinal de menos, indica que NÃO há permissão. Se houvesse alguma haveria um
“x” no lugar do “-”
3ª) Informa as permissões de grupos de usuários:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o grupo pode ler.
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “w”
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “x”
4ª) Informa as permissões para os demais usuários do sistema:
“r” Indica que os demais podem ler.
“-” Indica que não há permissões p/ demais usuários. Caso contrário seria um “w”
“x” Indica que os demais usuário tem permissão para Executar/Rodar o arquivo.
Por isso o único arquivo executável nesta listagem é o script_3
02) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é o que possui mais dados?
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x convidado convidado 0 2010-08-02 21:39 script_3
Todos tem o mesmo tamanho e são arquivos vazios.
03) Para impedir que haja problemas você precisa tirar somente a permissão de gravação do arquivo abaixo. Qual comando e sintaxe você deve utilizar?
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 167 2010-03-03 20:58 examples.desktop
chmod u-w examples.desktop
04) Lendo o manual de instalação de um produto específico você foi instruído a permissionar o diretório de dados com a permissão 777. Qual o potencial problema deste pemissionamento?
Ele libera permissão de escrita/modificação para qualquer usuário logado no sistemas. Logo as modificações deste diretório perdem o controle.
05) Crie o diretório “/tmp/dados” e mude o dono do diretório para o usuário “dados”. Caso o usuário “dados” não exista crie-o.
cd /tmp
mkdir dados
adduser dados
chown dados dados
06) Adicione o grupo “usuarios_restritos” e mude o grupo do diretório “/tmp/dados para “usuarios_restritos”.
addgroup usuarios_restritos
chown dados:usuarios_restritos dados/
07) Você precisa criar um usuário para liberar acesso para a equipe do ERP. Crie o usuário chamado “suporte3” com a senha “novasenha3#”.
Adduser suporte3
…
…
…
Digite a nova senha UNIX:novasenha3#
Redigite a nova senha UNIX: novasenha3#
08) Altere a senha do usuário “suporte3” para “L1nux3#2011”.
passwd suporte3
Digite a nova senha UNIX:L1nux3#2011
Redigite a nova senha UNIX:L1nux3#2011
09) Converta a permissão “-r-x---rwx” para a o formato octal.
507
10) Converta a permissão “dr--r--r--“ para o formato octal.
444
11) Qual será a permissão do arquivo “teste_2” após a execução do comando “chmod o=x teste_2”?
-rw-r----x ou 640
12) Qual o formato octal para tirar todas as pemissões de um arquivo ou diretório?
000 o comoando seria chmod 000 arquivo
13) Crie um arquivo chamado “/tmp/exercício_vi” com a saída do comando “ls–l /”.
cd /tmp
ls -l / >> exercicio_vi
14) Abra o arquivo “/tmp/exercício_vi” com o editor de textos vi e faça execute os passos abaixo:
a. Mova o curso para a última linha utilizando o comando de atalho para isso.
R: G (shift g)
b. Copie a última linha e cole-a no começo do arquivo utilizando os comandos de
atalhos para isso. (copiar, mover o cursor para o início do arquivo e colar)
R: yy gg p
c. Procure a palavra “vmlinuz” utilizando o comando de atalho para busca e delete todas as entradas desta palavra utilizando o comando de atalho.
R: /vmlinuz dw n dw n dw n até apagar todas as recorrência da palavra buscada.
d. Salve o arquivo.
R: ESC (para garantir que esta no modo comando) :w
e. Vá para o final do arquivo e insira uma linha em branco e seu Nome.
R: G o Fernando
f. Salve o arquivo
R: ESC :w
g. Saia do editor de textos Vi.
R: ESC (sempre gosto de garantir que esta em modo de comando) :q
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Adicionando novo HD no CentOS 5.8 com LVM
Com este tutorial você poderá adicionar um novo disco e aumentar o tamanho de uma partição qualquer. Desde que o LVM já esteja devidamente configurado e em uso.
Você tem que estar logado como root.
1 - Desligue a máquina;
2 - Conecte o novo HD;
3 - Ligue novamente a máquina;
4 - Digite o comando df -h para conferir o que vc já tem em uso e montado;
5 - fdisk -l (éle de limão) para descobrir o nome do novo dispositivo,
/dev/sd(alguma coisa. pode ser b, c, d, etc...)
6- Digite fdisk /dev/sd(alguma coisa), vamos supor que é /dev/sdc
Então o comando seria fdisck /dev/sdc
A sequencia de parâmetros para o fdisk será:
p
n
p
1 (o número um / 1)
1 (significa o primeiro cilindro do HD)
789 (aqui eu coloquei um número aleatório, vc deve informar o número que indica o último cilindro do HD. O fdisk vai te falar qual é )
t
8e
p
w
7 - pvcreate /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispositivo no LVM)
8 - vgdisplay (para se informar dos grupos de dispositivos que vc tem no LVM)
9 - vgextend Grupo /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispo no grupo; vc tem que adicionar no mesmo grupo da partição que vc quer aumentar)
10 - vgdisplay para ver quantos Free PE / Sixe vc ganhou com o novo disco.
11- cat /etc/fstab Para revisar o volume logico usado na partição que deve crescer
12 - lvresize -l +nº de Free PE /dev/Grupo/volume logico da partição que deve crescer
13 - lvdisplay Para conferir que o LV Size aumentou
14 - umount /caminho da partição que vai aumentar
15 - e2fsck -f /dev/grupo/volume da partição que vai crescer
16 - resize2fs /dev/grupo/volume da partição que vai crescer
17 - mount /caminho da partição que vai aumentar
18 - df -h Para conferir o novo tamanho na partição que vc precisava aumentar.
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Ativando quotas de disco no Debian Squeeze
Se ao tentar ativar uso de quota de disco no Debian Squeeze você tenha se deparado com esta mensagem:
E o serviço de quota não ativa.
Então tente os seguintes passos (logado como root):
1°- aptitude install quota quotatool
2°- Editar /etc/fstab:
UUID=e778157a-50b3-40fe-aa8b-f0ff8e19e5ef /home ext3 defaults,usrquota,grpquota 0 2
[ATENÇÃO ATENÇÃO: O UUID APRESENTADO AQUI É COLOCADO NA LINHA DO FSTAB AUTOMATICAMENTE E VARIA DE MÁQUINA PARA MÁQUINA. DÚVIDAS NESTE PONTO, POSTEM NOS DOMENTÁRIOS]
3°- mount -o remount /home
4°- Aqui é que mora uma controvérsia. Criar os arquivos aquota.user, aquota.group e setar permissão. Bom eu os criei. Veja o resultado mais abaixo:
touch /home/aquota.user
touch /home/aquota.group
cd /home ; chmod 600 aquota.*
5- Roda quotacheck -vagumf
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
Então eu removi os arquivos aquota.user e aquota.group e rodei o comando novamente.
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Your kernel probably supports journaled quota but you are not using it. Consider switching to journaled quota to avoid running quotacheck after an unclean shutdown.
quotacheck: Scanning /dev/sda9 [/home] done
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Checked 171 directories and 281 files
quotacheck: Old file not found.
quotacheck: Old file not found.
Apesar dos avisos de arquivo não encontrado, os mesmos foram criados pelo quotacheck:
root@debian:/home# ls -la
total 41
drwxr-xr-x 4 root root 4096 Mar 21 17:36 .
drwxr-xr-x 21 root root 1024 Fev 15 18:59 ..
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.group
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.user
drwxr-xr-x 20 fernando fernando 4096 Mar 21 17:26 fernando
drwx------ 2 root root 16384 Fev 15 18:57 lost+found
Fiz alguns testes apresentados em aula em tutoriais e deu tudo certo.
Conclusão: Para dar certo o habilitar de quotas de disco, basta pular o passo 4 que pede para criar os arquivos aquota.user e aquota.group, pois o quotacheck -vagumf se encarrega disto.
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
E o serviço de quota não ativa.
Então tente os seguintes passos (logado como root):
1°- aptitude install quota quotatool
2°- Editar /etc/fstab:
UUID=e778157a-50b3-40fe-aa8b-f0ff8e19e5ef /home ext3 defaults,usrquota,grpquota 0 2
[ATENÇÃO ATENÇÃO: O UUID APRESENTADO AQUI É COLOCADO NA LINHA DO FSTAB AUTOMATICAMENTE E VARIA DE MÁQUINA PARA MÁQUINA. DÚVIDAS NESTE PONTO, POSTEM NOS DOMENTÁRIOS]
3°- mount -o remount /home
4°- Aqui é que mora uma controvérsia. Criar os arquivos aquota.user, aquota.group e setar permissão. Bom eu os criei. Veja o resultado mais abaixo:
touch /home/aquota.user
touch /home/aquota.group
cd /home ; chmod 600 aquota.*
5- Roda quotacheck -vagumf
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
Então eu removi os arquivos aquota.user e aquota.group e rodei o comando novamente.
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Your kernel probably supports journaled quota but you are not using it. Consider switching to journaled quota to avoid running quotacheck after an unclean shutdown.
quotacheck: Scanning /dev/sda9 [/home] done
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Checked 171 directories and 281 files
quotacheck: Old file not found.
quotacheck: Old file not found.
Apesar dos avisos de arquivo não encontrado, os mesmos foram criados pelo quotacheck:
root@debian:/home# ls -la
total 41
drwxr-xr-x 4 root root 4096 Mar 21 17:36 .
drwxr-xr-x 21 root root 1024 Fev 15 18:59 ..
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.group
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.user
drwxr-xr-x 20 fernando fernando 4096 Mar 21 17:26 fernando
drwx------ 2 root root 16384 Fev 15 18:57 lost+found
Fiz alguns testes apresentados em aula em tutoriais e deu tudo certo.
Conclusão: Para dar certo o habilitar de quotas de disco, basta pular o passo 4 que pede para criar os arquivos aquota.user e aquota.group, pois o quotacheck -vagumf se encarrega disto.
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sábado, 10 de março de 2012
Passos tópicos para adicionar novo HD no Linux.
Eu já fiz um artigo sobre este mesmo assunto, Instalando HD novo no Ubuntu. Mas hoje eu resolvi fazer mais um para reforçar a absorção do conhecimento que estou adquirindo com o curso da 4Linux.
Segue então uma sequência de tópicos ou um passo a passo bem genérico, para a instalação de um novo HD em seu sistema GNU/Linux.
1- Desligue a máquina
2- Adicione o novo disco/hardware
3- Religue a máquina
4- Abra terminal e logue como root
5- Digite fdisk -l (éle de limão) para identificar o dispositivo de comunicação do novo disco. Na ultima linha da saída do comando, deve aparecer o seguinte:
O disco /dev/sdb não contém uma tabela de partições válida
Obs: O nome do dispositivo /dev/sdb pode variar. Neste exemplo esta sendo adicionado um 2º HD. Se estiver adicionando um 3º, teremos um /dev/sdc, se tivermos um 4º, /dev/sdd, um 5º /dev/sde e assim por diante.
6- digite cfdisk /dev/sdb e siga as instruções nas imagens a baixo, para criar a tabela de partições. No exemplo destas imagens é um HD de 8 GB sendo dividido em 3 partições.
7- Confira o particionamento criado repetindo o comando fdisk -l
8- Defina um sistema de arquivos conforme a sua necessidade ou preferencia.
Use o comando mkfs.ext3 /dev/sdb1
9- Crie um diretório para o ponto de montagem do novo disco:
mkdir -p /mnt/disco2
10- Edite o arquivo /etc/fstab. Insira a linha a baixo.
/dev/sdc1 /mnt/disco2 ext3 defaults 0 2
11- Monte o seu novo disco:
# mount /mnt/disco2
12- Defina as permissões do /mnt/disco2 conforme a sua necessidade.
Segue então uma sequência de tópicos ou um passo a passo bem genérico, para a instalação de um novo HD em seu sistema GNU/Linux.
1- Desligue a máquina
2- Adicione o novo disco/hardware
3- Religue a máquina
4- Abra terminal e logue como root
5- Digite fdisk -l (éle de limão) para identificar o dispositivo de comunicação do novo disco. Na ultima linha da saída do comando, deve aparecer o seguinte:
O disco /dev/sdb não contém uma tabela de partições válida
Obs: O nome do dispositivo /dev/sdb pode variar. Neste exemplo esta sendo adicionado um 2º HD. Se estiver adicionando um 3º, teremos um /dev/sdc, se tivermos um 4º, /dev/sdd, um 5º /dev/sde e assim por diante.
6- digite cfdisk /dev/sdb e siga as instruções nas imagens a baixo, para criar a tabela de partições. No exemplo destas imagens é um HD de 8 GB sendo dividido em 3 partições.
![]() |
| 0. Seleciona Nova e de Enter |
![]() |
| 1. Defina o tipo de partição |
![]() |
| 2. Definindo o cilindro da partição |
![]() |
| 3. Criando a segunda partição com o restante do espaço |
![]() |
| 4. Definindo o tipo de partição |
![]() |
| 5. Definindo o cilindro. Início indica o primeiro cilindro disponível |
![]() |
| 6. Criando a terceira partição com os últimos bytes restantes |
![]() |
| 7. Definindo o tipo de partição |
![]() |
| 8. Gravando a definição de partições |
![]() |
| 9. Confirmando a gravação |
![]() |
| 10. Saindo do cfdisk |
7- Confira o particionamento criado repetindo o comando fdisk -l
8- Defina um sistema de arquivos conforme a sua necessidade ou preferencia.
Use o comando mkfs.ext3 /dev/sdb1
9- Crie um diretório para o ponto de montagem do novo disco:
mkdir -p /mnt/disco2
10- Edite o arquivo /etc/fstab. Insira a linha a baixo.
/dev/sdc1 /mnt/disco2 ext3 defaults 0 2
11- Monte o seu novo disco:
# mount /mnt/disco2
12- Defina as permissões do /mnt/disco2 conforme a sua necessidade.
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Software Anti-Vírus para Android: Está Faltando Confiabilidade
Por causa dessa epidemia de amostras de malware emergindo, e perturbando a tranquilidade dos usuários de sistemas operacionais e principalmente de dispositivos móveis, foi realizado um teste de segurança, para saber qual o nível de eficácia das soluções anti-vírus disponíveis no mercado. Com apenas sete produtos alcançando uma taxa de detecção de 95% ou um pouco mais, e 24 produtos apresentando taxas de detecção inferiores a 65%, os testes realizados pela AV-Test mostraram que o software antivírus para o Android ainda precisa percorrer um longo caminho, para atingir a confiabilidade que existe em software anti-vírus para ambientes desktop.
De forma paralela, a explosão dos aplicativos anti-vírus está equiparada com a quantidade de malware para smartphones Android. Esse cenário de ameaças e pragas virtuais, inclui trojans bancários online (cada vez mais perigosos), discadores de tarifa majorada e spyware. Nesse contexto, a AV-Test avaliou as taxas de detecção de 41 aplicativos anti-vírus para smartphones Android, utilizando um total de 618 amostras de malware.
Compondo este programa de testes com software anti-vírus, estavam as empresas Avast, Dr. Web, F-Secure, Ikarus e Kaspersky. Assim, foi detectado mais de 95% das amostras de malware, com os especialistas Lookout e Zoner ficando abaixo desse percentual. Outros dez produtos, detectaram pouco mais de 65% da amostra. Mas fornecedores como BullGuard, Commodo, G Data e McAfee, (renomados no mercado de desktops), estiveram entre os produtos que detectaram menos de dois terços das amostras de malware que foramtestadas. Os testers foram incapazes de identificar qualquer funcionalidade de detecção em um total de seis produtos, incluindo Android Anti-Virus e Android Defender.
Cada software anti-vírus testado, tem a habilidade de detectar a presença de malware principalmente através do uso de assinaturas. Os usuários não devem esperar algoritmos de detecção mais sofisticados, a partir de análise heurística e detecção de comportamento. Isso causaria uma limitação, na proteção contra os tipos de malware já conhecidos.
Fonte: http://under-linux.org/software-anti-virus-para-android-esta-faltando-confiabilidade-4501/
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Dica para instalação do Debian no VirtualBox
Essa é uma pequena dica que vale não só para a instalação do Debian mas para qualquer outra distribuição do Linux, cujo instalador solicita a retirada da media.
Neste caso a media é a imagem de cd, o arquivo .ISO, se estiver usando uma media física, basta apertar o eject do drive de cd no momento que for solicitado pelo instalador.
Da forma como irei mostrar com um print, não será preciso desligar a VM para então editar as configurações dela. Bastará usar os menus da janela do VistuaBox aonde roda a VM, que são:
Dispositivos > Dispositivos de CD/DVD >
No último nível do menu já são exibidas as opções de dispositivos. Que são o drive do Hospedeiro, e as imagens de cd que você tenha inserido no VirtuaBox.
Com este menu você monta de desmonta medias para sua VM em qualquer momento da execução dela.
[*Note no print que a imagem do debian esta flegada, indicando esta montada. Clicando sobre ela, será retirado o flag indicando que a imagem foi desmontada.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Tipos de backup
Podemos ter três tipos de backup diferentes, são eles:
Incremental:
O backup incremental visa salvar as diferenças em relação ao ultimo backup completo, por exemplo: Um backup completo acontece no domingo. O incremental salvará os dados de domingo para segunda, de domingo para terça, de domingo para quarta, de domingo para quinta, de domingo para sexta e de domingo para sábado; ou seja, até chegar outro backup completo.
Diferencial:
Diferente do incremental, o diferencial, faz apenas os incrementos, assim gerando um volume menor de dados. Se o backup completo foi gerado no domingo, ele salva de domingo para segunda, de segunda para terça, de terça para quarta e assim até o próximo backup completo chegar.
Completo:
Visa salvar todos os dados, mesmo os que já foram salvos anteriormente, assim fazendo um backup completo de todos os objetos em questão.
Incremental:
O backup incremental visa salvar as diferenças em relação ao ultimo backup completo, por exemplo: Um backup completo acontece no domingo. O incremental salvará os dados de domingo para segunda, de domingo para terça, de domingo para quarta, de domingo para quinta, de domingo para sexta e de domingo para sábado; ou seja, até chegar outro backup completo.
Diferencial:
Diferente do incremental, o diferencial, faz apenas os incrementos, assim gerando um volume menor de dados. Se o backup completo foi gerado no domingo, ele salva de domingo para segunda, de segunda para terça, de terça para quarta e assim até o próximo backup completo chegar.
Completo:
Visa salvar todos os dados, mesmo os que já foram salvos anteriormente, assim fazendo um backup completo de todos os objetos em questão.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Google Chrome lento quanto as abas.
Estes dias o Google Chrome na máquina do escritório estava bem lento para passar de uma aba para outra ou para abrir novas abas.
Bom isso aconteceu porque eu fiz a besteira de concentrar todos os favoritos (tenho toneladas) na pasta Barra de favoritos do Google Chrome.
O negócio foi jogar tudo para a pasta Outros favoritos, e deixar na Barra de favoritos apenas uns poucos, como mostra figura a baixo.
Vale lembrar que se você tiver toneladas de favoritos como eu, vai demorar um cadinho, e o chrome vai disparar umas mensagens de erro, ai você vai clicando em aguardar até que ele termine.
Bom isso aconteceu porque eu fiz a besteira de concentrar todos os favoritos (tenho toneladas) na pasta Barra de favoritos do Google Chrome.
O negócio foi jogar tudo para a pasta Outros favoritos, e deixar na Barra de favoritos apenas uns poucos, como mostra figura a baixo.
Vale lembrar que se você tiver toneladas de favoritos como eu, vai demorar um cadinho, e o chrome vai disparar umas mensagens de erro, ai você vai clicando em aguardar até que ele termine.
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Porque é chato ter espaços em branco nos isstemas UNIX linke
Em sistemas UNIX like como o Linux, o espaço em branco é um caractere reservado do shell. A grosso modo, shell é um interpretador de comandos que pedimos para o kernel do Linux fazer.
Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
(pisti, uma fofoquinha aqui, o windows é todo do contra, por isso ele usa essa barra em tudo, rsrsrsr)
Então o comando fica assim:
Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.
Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.
Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
cd dir com espaços em bracoO shell retorna um erro dizendo que o diretório não existe. Para resolver isso usamos um caractere para remoção, neste casso a contra barra " \ "
(
Então o comando fica assim:
cd dir\ com \espaços\ em\ branco
Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.
Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.
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Cálculo de UMASK Observação IMPOTANTíSSIMA
ATENÇÃO, O INICIO DO TEXTO REPETE A EXPLICAÇÃO DA APOSTILA E DOS SLIDES, MAS CONTINUE LENDO.
O calculo de umask é:
777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
---
022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.
Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.
No momento da criação o que ocorre?
Diretórios
777
-022
---
755 no momento da criação de arquivos
-111
---
644
Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.
Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:
Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:
Em uma calculadora:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
---
659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.
Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.
No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.
O calculo com umask 007 então fica:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
---
660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007
O calculo de umask é:
777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
---
022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.
Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.
No momento da criação o que ocorre?
Diretórios
777
-022
---
755 no momento da criação de arquivos
-111
---
644
Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.
Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:
Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:
Em uma calculadora:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
---
659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.
Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.
No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.
O calculo com umask 007 então fica:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
---
660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Brasil: Ausência de Preparo Diante de Possível Confronto Cibernético
Através de uma pesquisa publicada pelo centro belga Security Defense Agenda (SDA) e pela especialista em soluções de segurança, McAfee, o Brasil é apontado como um dos países menos preparados para enfrentar ataques cibernéticos. O levantamento envolveu um total de 23 países presentes neste ranking. Incuindo todos os países analisados pelo estudo, nenhum deles obteve a nota máxima (5) de total prontidão contra possíveis ataques virtuais. O Brasil teve nota 2,5, assim como a Índia e a Romênia, ficando à frente apenas do México. Os melhores colocados no ranking são Israel, Finlândia e Suécia, com nota 4,5.
De acordo com as considerações feitas, a infraestrutura e a tecnologia ligadas à segurança cibernética na América Latina e na região do Caribe podem ser consideradas "desatualizadas", e esse ainda é um problema latente no Brasil; até o momento, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos, passam a ser um problema gigantesco, o que preocupa ainda mais os especialistas em segurança. Além disso, os ataques contra usuários que utilizam serviços on-line de instituições financeiras, como grandes bancos, estão atingindo níveis assustadores.
O levantamento feito pela Cyber Defense Report foi embasado em entrevistas com mais de 300 analistas e autoridades relacionadas à segurança cibernética no âmbito governamental, empresarial, organizações internacionais e da academia, segundo a SDA. Dentre várias conclusões tiradas, a maior delas é de que os crackers estão, de uma maneira geral, em situação bastante confortável: eles atacam sistemas com o intuito de espionagem industrial e política ou mesmo para roubar.
Itália e Rússia foram países que receberam nota 3 no ranking (de um máximo de 5). Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha e França ficaram com nota 4. As notas traduzem a adoção de medidas básicas de segurança, como a utilização de firewalls adequados e proteção antivírus, além de outras soluções mais sofisticadas. Isso também inclui educação e nível de informação da esfera governamental.
Fonte/Cópia: http://under-linux.org/brasil-ausencia-de-preparo-diante-de-possivel-confronto-cibernetico-4296/
Cibercriminosos Usam Malware para Redirecionar Chamadas Telefônicas de Bancos
Os especialistas da Trusteer, descobriram um desenvolvimento relativamente novo em algumas configurações do Ice IX, que tem como alvo clientes de serviços bancários on-line no Reino Unido e EUA. Para quem não sabe, Ice IX é uma variante modificada da plataforma do temido malware financeiro "ZeuS". Amit Klein, CTO da Trusteer, disse que além de roubar dados de contas bancárias, essas configurações do Ice IX estão capturando informações sobre contas de telefone pertencentes às vítimas. Isso permite que atacantes possam desviar chamadas do banco destinadas à seu cliente, para números de telefone controlados pelos cibercriminosos.
Há grandes indícios de que os bankers que também agem como phreakers (mesmo indiretamente), estejam executando transações fraudulentas, utilizando as credenciais roubadas e redirecionando pós-transação, o telefone de verificação do banco, para chamadas de serviços profissionais onde os próprios criminosos manipulam as transações. Em um ataque de captura, no início da sessão o malware rouba o ID da vítima (usuário e senha), informações memoráveis relacionadas a perguntas e respostas secretas, data de nascimento e saldo da conta.
Em seguida, a vítima é convidada a atualizar seus números de telefone de registro, (número da casa, de telefones móveis e trabalho) e selecionar o nome do seu fornecedor de serviços a partir de uma lista drop-down. Neste ataque em particular, as três operadoras de telefonia mais populares no Reino Unido são apresentadas: British Telecommunications, TalkTalk e Sky.
Para habilitar o atacante a executar esta modificação nas configurações do serviço de telefone da vítima, há uma solicitação feita pelo malware para enviar o número da conta telefônica. Este é um dado muito particular, normalmente conhecido apenas para o assinante do telefone e da companhia telefônica. Ele é utilizado pela companhia telefônica para verificar a identidade do assinante, e autorizar modificações sensíveis relativas a conta, tais como encaminhamento de chamadas.
Os fraudadores justificam esse pedido, indicando que esta informação esteja requerida como parte do processo de verificação causado por "um mau funcionamento do sistema de banco anti-fraude, associado ao seu provedor de linha fixa de telefone do serviço". De acordo com Amit Klein, CTO da Trusteer, os cibercriminosos estão cada vez mais se voltando para estes métodos de ataques pós-transação, para esconder atividades fraudulentas do e-mail da vítima e de telefone de comunicação do banco. Isso permite que atacantes burlem mecanismos de segurança que buscam anomalias em todas as transações que já foram executadas pelo usuário.
Fonte/Cópia: http://under-linux.org/cibercriminosos-usam-malware-para-redirecionar-chamadas-telefonicas-de-bancos-4294/
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Comandos divertidos no Linux.
É ótimo ter um estudo dirigido por um professor. Trilha-se um caminho com mais segurança, confiança e ânimo.
Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:
Agora eu explico:
O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.
Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl
Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:
1 avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
2 avahi <<< usa >>> /bin/false
3 backup <<< usa >>> /bin/sh
4 bin <<< usa >>> /bin/sh
5 couchdb <<< usa >>> /bin/bash
6 daemon <<< usa >>> /bin/sh
7 fernando <<< usa >>> /bin/bash
Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.
Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:
fernando@br-fernando:/tmp$ awk -F : '{print $1 " <<< usa >>> " $7}' passwd | sort | nl
Agora eu explico:
O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.
Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl
Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:
1 avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
2 avahi <<< usa >>> /bin/false
3 backup <<< usa >>> /bin/sh
4 bin <<< usa >>> /bin/sh
5 couchdb <<< usa >>> /bin/bash
6 daemon <<< usa >>> /bin/sh
7 fernando <<< usa >>> /bin/bash
Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Sou um mutante resistente ao sol.
Hoje no Jornal do Almoço (@JAJoinville) uma entrevistada que participou de uma matéria sobre protetor solar e os demais cuidados que devemos tomar com a luz do sol, afirmou que aparelhos como forno de microondas e computadores emitem ondas que queimam tanto quanto o sol do meio dia.
Wow, então eu sou um mutante que resiste ao sol do meio dia por um período de 8, OITO horas.
Que os aparelhos eletrônicos emitem ondas eletromagnéticas isso é verdade. Os cabos dos postes nas ruas, os muros, paredes e até os seres vivos também o fazem.
Mas partir disso para afirmar que tais ondas queimam tanto quando o sol do meio dia? Faça-me o favor de estudar pelo menos um pouquinho mais. Levanta ai uma pesquisa entre os profissionais de TI que tenham desenvolvido cancer de pele devido ao uso do computador. Não vou nem dizer uso excessivo, porque a maioria dos profissionais da área passa no mínimo 8 horas diárias diante de um computador.
Fala sério, nossa raça (nerds da TI) já estaria extinta.
Wow, então eu sou um mutante que resiste ao sol do meio dia por um período de 8, OITO horas.
Que os aparelhos eletrônicos emitem ondas eletromagnéticas isso é verdade. Os cabos dos postes nas ruas, os muros, paredes e até os seres vivos também o fazem.
Mas partir disso para afirmar que tais ondas queimam tanto quando o sol do meio dia? Faça-me o favor de estudar pelo menos um pouquinho mais. Levanta ai uma pesquisa entre os profissionais de TI que tenham desenvolvido cancer de pele devido ao uso do computador. Não vou nem dizer uso excessivo, porque a maioria dos profissionais da área passa no mínimo 8 horas diárias diante de um computador.
Fala sério, nossa raça (nerds da TI) já estaria extinta.
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Varredura de Vulnerabilidades com Arachni 0.4
Arachni é uma ferramenta bastante conhecida entre os profissionais de segurança, devido as suas muitas funcionalidades e eficácia: ela é uma ferramenta de alto potencial, destinada a varredura de vulnerabilidades em aplicações na Internet. Além disso, Arachni foi desenvolvida em Ruby, sendo caracterizada pela sua rapidez, simplicidade de configuração, capacidade de criar e adicionar novas funcionalidades e módulos. Lembrando que o Arachni é uma ferramenta de código aberto, scan de segurança e para realizar testes de penetração, voltada para aplicações Web.
Em sua edição 0.4, consta uma inovadora RPC Infrastructure, contando com Dispatchers, onde eles podem ser conectados para formar uma High Performance Grid e share scan workloads. As bibliotecas Ruby XMLRPC, foram substituídas por Arachni-RPC, uma implementação personalizada cliente servidor light-weight and high-performance. Outras mudanças incorporadas, podem ser encontradas em seu Change Log.
Fonte: http://under-linux.org/varredura-de-vulnerabilidades-com-arachni-0-4-4180/
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Google Lança Guia de Estilo para Aplicações Android
O Google anunciou a publicação de um guia de estilo para aplicações Android, em um novo site, o Android Design. O design do site Android incide sobre os princípios referentes ao Android 4.0, também conhecida como Ice Cream Sandwich (ICS), descrito pelo Google como o maior redesign ainda da interface do usuário Android, com uma estrutura de interface do usuário melhorada e novas interações. Nessa sequência, Google quer que os desenvolvedores criem aplicativos Android que sejam "mais simples e mais bonitos do que nunca", e assim, o site explica a visão e os princípios por trás do novo design, os blocos de construção que o sistema operacional fornece, e um conjunto de padrões para criar interfaces de usuário consistentes relacionadas ao Android.
O lançamento do Android 4.0 tem dado ao Google uma enorme oportunidade para tentar criar uma aparência mais unificada e um estilo "look and feel". No início deste mês, o Google anunciou que fabricantes de smartphones e tablets teriam acesso ao Android Market. Eles devem fazer interfaces de usuário personalizadas mais transparentes, e incluir um tema modificado standard.
Fonte: http://under-linux.org/google-lanca-guia-de-estilo-para-aplicacoes-android-4175/
sábado, 14 de janeiro de 2012
O e-mail não chegou?
Existem muitos fatores que podem impedir que uma mensagem de e-mail seja entre.
No mundo todo hoje o principal problema é o alto volume de spam’s que sobrecarrega o sistema (conexões de internet) num todo.
Imagine um milhão de carteiros indo e vindo em uma calçada estreita e constantemente se esbarrando uns nos outros, e assim deixando cartas caírem pelo caminho que ficam no chão pisoteadas.
Esse é o grande problema gerado pelo spam. Sobrecarga. O e-mail sai de do servidor destinatário numa boa e se perde no caminho.
Spam é lixo.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Dificuldades para assistir filmes em dvd com o Ubuntu?
Você esta com dificuldades para reproduzi dvd no Unbuntu 9.04?
Seus problemas acabaram!
Para resolver isto digite:
sudo /usr/share/doc/libdvdread4/install-css.sh
Prepare a pipoca e divirta-se.
Fonte.
https://help.ubuntu.com/6.10/ubuntu/desktopguide/pt/dvdplayback.html
Nem sei come esta em relação a isso agora. Faz tempo que não vejo filmes pelo note.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Print screen no Mac
Em um Mac não existe a tecla print screen, então para fazer um use command + shift + 3
fontes: http://www.google.com.br | http://issomesmo.com/2007/04/22/print-screen-no-mac/ | http://forum.clubedohardware.com.br/print-screen-mac/317223?s=a96c1c60f49f5d913a5453f87a96d6ad&
té +
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