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quarta-feira, 21 de março de 2012

Ativando quotas de disco no Debian Squeeze

Se ao tentar ativar uso de quota de disco no Debian Squeeze você tenha se deparado com esta mensagem:

quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.

E o serviço de quota não ativa.

Então tente os seguintes passos (logado como root):

1°- aptitude install quota quotatool

2°- Editar /etc/fstab:
UUID=e778157a-50b3-40fe-aa8b-f0ff8e19e5ef /home ext3 defaults,usrquota,grpquota 0 2

[ATENÇÃO ATENÇÃO: O UUID APRESENTADO AQUI É COLOCADO NA LINHA DO FSTAB AUTOMATICAMENTE E VARIA DE MÁQUINA PARA MÁQUINA. DÚVIDAS NESTE PONTO, POSTEM NOS DOMENTÁRIOS]

3°- mount -o remount /home

4°- Aqui é que mora uma controvérsia. Criar os arquivos aquota.user, aquota.group e setar permissão. Bom eu os criei. Veja o resultado mais abaixo:
    touch /home/aquota.user
    touch /home/aquota.group
    cd /home ; chmod 600 aquota.*

5- Roda quotacheck -vagumf

Resultado:

root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.

Então eu removi os arquivos aquota.user e aquota.group e rodei o comando novamente.

Resultado:

root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Your kernel probably supports journaled quota but you are not using it. Consider switching to journaled quota to avoid running quotacheck after an unclean shutdown.
quotacheck: Scanning /dev/sda9 [/home] done
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Checked 171 directories and 281 files
quotacheck: Old file not found.
quotacheck: Old file not found.

Apesar dos avisos de arquivo não encontrado, os mesmos foram criados pelo quotacheck:

root@debian:/home# ls -la
total 41
drwxr-xr-x  4 root     root      4096 Mar 21 17:36 .
drwxr-xr-x 21 root     root      1024 Fev 15 18:59 ..
-rw-------  1 root     root      7168 Mar 21 17:36 aquota.group
-rw-------  1 root     root      7168 Mar 21 17:36 aquota.user
drwxr-xr-x 20 fernando fernando  4096 Mar 21 17:26 fernando
drwx------  2 root     root     16384 Fev 15 18:57 lost+found

Fiz alguns testes apresentados em aula em tutoriais e deu tudo certo.

Conclusão: Para dar certo o habilitar de quotas de disco, basta pular o passo 4 que pede para criar os arquivos aquota.user e aquota.group, pois o quotacheck -vagumf se encarrega disto.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Dica para instalação do Debian no VirtualBox


Essa é uma pequena dica que vale não só para a instalação do Debian mas para qualquer outra distribuição do Linux, cujo instalador solicita a retirada da media.

Neste caso a media é a imagem de cd, o arquivo .ISO, se estiver usando uma media física, basta apertar o eject do drive de cd no momento que for solicitado pelo instalador.

Da forma como irei mostrar com um print, não será preciso desligar a VM para então editar as configurações dela. Bastará usar os menus da janela do VistuaBox aonde roda a VM, que são:

Dispositivos > Dispositivos de CD/DVD >

No último nível do menu já são exibidas as opções de dispositivos. Que são o drive do Hospedeiro, e as imagens de cd que você tenha inserido no VirtuaBox.

Com este menu você monta de desmonta medias para sua VM em qualquer momento da execução dela.

[*Note no print que a imagem do debian esta flegada, indicando esta montada. Clicando sobre ela, será retirado o flag indicando que a imagem foi desmontada.


Snapshot virtualbox linha de comando ou snapshot virtualbox command line

Depois de ler e reler as man pages do Virtual Box, as FAQs, os manuais no site deste software de virtualização e além de muito googlar;

eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.

O comando é o seguinte:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot

Vou explicar o que significa cada coisa:

VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.

snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.

android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.

take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.

TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.

Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:

user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot

E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`

E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.

Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.

Resultados dos teste com a linha de comando.


Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Porque é chato ter espaços em branco nos isstemas UNIX linke

Em sistemas UNIX like como o Linux, o espaço em branco é um caractere reservado do shell. A grosso modo, shell é um interpretador de comandos que pedimos para o kernel do Linux fazer.

Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
cd dir com espaços em braco
O shell retorna um erro dizendo que o diretório não existe. Para resolver isso usamos um caractere para remoção, neste casso a contra barra " \ "

(pisti, uma fofoquinha aqui, o windows é todo do contra, por isso ele usa essa barra em tudo, rsrsrsr)

Então o comando fica assim:

cd dir\ com \espaços\ em\ branco

Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.

Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.

Cálculo de UMASK Observação IMPOTANTíSSIMA

ATENÇÃO, O INICIO DO TEXTO REPETE A EXPLICAÇÃO DA APOSTILA E DOS SLIDES, MAS CONTINUE LENDO.

O calculo de umask é:

 777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
 ---
 022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.

Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.

No momento da criação o que ocorre?

Diretórios
 777
-022
 ---
 755 no momento da criação de arquivos
-111
 ---
 644

Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.

Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:

Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:

Em uma calculadora:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
 ---
 659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.

Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.

No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.

O calculo com umask 007 então fica:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
 ---
 660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Comandos divertidos no Linux.

É ótimo ter um estudo dirigido por um professor. Trilha-se um caminho com mais segurança, confiança e ânimo.

Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:

fernando@br-fernando:/tmp$ awk -F : '{print $1 " <<< usa >>> " $7}' passwd | sort | nl

Agora eu explico:

O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.

Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl

Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:

     1    avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
     2    avahi <<< usa >>> /bin/false
     3    backup <<< usa >>> /bin/sh
     4    bin <<< usa >>> /bin/sh
     5    couchdb <<< usa >>> /bin/bash
     6    daemon <<< usa >>> /bin/sh
     7    fernando <<< usa >>> /bin/bash

Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Red Hat Lança Terceira Versão da sua Plataforma de Virtualização Empresarial


A Red Hat anunciou a versão 3 de seu Red Hat Enterprise Virtualization (RHEV). O RHEV para servidores, é o principal produto na faixa que foi introduzida no Outono de 2009 e atualizado no Verão de 2010. Ele inclui um hipervisor, às vezes chamado RHEV-H, para hospedagem de sistemas guests. Hosts são gerenciados pelo software de gerenciamento (RHEV-M), que é outra parte da variante servidor do RHEV, e que também gerencia sistemas que são virtualizados usando o Red Hat Enterprise Linux(RHEL).

O RHEV para Desktops RHEV "add-on" implementa infra-estruturas Virtual Desktop Infrastructures (VDIs) - às vezes chamado Hosted Virtual Desktop (HVD) - esta tecnologia envolve a execução de sistemas operacionais de desktop em um servidor, como guests, usuários, e em seguida, acessar esses sistemas remotos via (thin) clients.

80% das Empresas com Linux Aumentará Uso do Sistema nos Próximos Cinco Anos


Quase 80% de todas as empresas que utilizam Linux, estará aumentando o uso do sistema nos próximos cinco anos, e 84% delas, aumentaram o uso do Linux no ano passado, apesar do clima econômico. Mais dessas empresas fará a redução do número de servidores Windows que utilizam (25,9%), ao invés de aumentá-los (21,7%). Estes números estão entre os resultados do levantamento feito pela Linux Foundation's Linux Adoption Trends 2012 Enterprise End User, que analisou as respostas de 1.893 usuários de Linux; isso revela ainda os resultados do foco da pesquisa de 428 entrevistados de organizações com mais de 500 empregados, e vendas maior do que metade de um bilhão de dólares.

71,6% dos entrevistados, disseram que suas novas implementações de Linux nos últimos dois anos foram para novas aplicações e serviços com apenas 38,5% da migração do Windows, e 34,5% migrando do Unix. Cargas de trabalho críticas também estão sendo movidas para o Linux com 69,1% dos entrevistados dizem que eles estariam usando mais o sistema Linux para essas tarefas. Menor custo de propriedade (70%), recursos (68,6%) e segurança (63,6%) foram relatados para ser os drivers por trás disso a adoção do Linux.

Fonte: http://under-linux.org/80-das-empresas-com-linux-aumentara-uso-do-sistema-nos-4209/

Varredura de Vulnerabilidades com Arachni 0.4


Arachni é uma ferramenta bastante conhecida entre os profissionais de segurança, devido as suas muitas funcionalidades e eficácia: ela é uma ferramenta de alto potencial, destinada a varredura de vulnerabilidades em aplicações na Internet. Além disso, Arachni foi desenvolvida em Ruby, sendo caracterizada pela sua rapidez, simplicidade de configuração, capacidade de criar e adicionar novas funcionalidades e módulos. Lembrando que o Arachni é uma ferramenta de código aberto, scan de segurança e para realizar testes de penetração, voltada para aplicações Web.

Em sua edição 0.4, consta uma inovadora RPC Infrastructure, contando com Dispatchers, onde eles podem ser conectados para formar uma High Performance Grid e share scan workloads. As bibliotecas Ruby XMLRPC, foram substituídas por Arachni-RPC, uma implementação personalizada cliente servidor light-weight and high-performance. Outras mudanças incorporadas, podem ser encontradas em seu Change Log.

Fonte: http://under-linux.org/varredura-de-vulnerabilidades-com-arachni-0-4-4180/

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

American Express Corrige Vulnerabilidade Crítica


A empresa American Express, corrigiu uma vulnerabilidade de segurança em seu site que permitia injeção de SQL e, portanto, acesso direto ao banco de dados de seu servidor. O jovem Nils Kenneweg, tinha descoberto que as páginas do site da American Express não filtrava adequadamente os dados passados ​​para uma função de pesquisa, permitindo o acesso direto ao servidor de banco de dados.

Dessa maneira, ele enviou uma mensagem sobre este problema de injeção SQL para a equipe de segurança especialista nessas falhas, que foi capaz de reproduzi-lo, e assim, a informação foi transmitida para a American Express. A empresa reagiu rapidamente e corrigiu a vulnerabilidade dentro de poucos dias. Ele afirmou que a vulnerabilidade não tinha sido explorada, e que nenhum dado de cliente tinha sido comprometido. Existe alguma dúvida sobre esta declaração, no entanto, uma vez que a injeção SQL freqüentemente, permite acesso a todos os dados de um sistema afetado, e tabelas com nomes como "Accounts", freqüentemente aparecem em instruções SQL.

Saiba Mais:

http://www.itsecuresite.com/general/american-express-fixes-critical-security-vulnerability.html

Fonte/Cópia: http://under-linux.org/american-express-corrige-vulnerabilidade-critica-4173/

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Automatizando Backups no SQL Server Express


1) O primeiro passo é acessar seu servidor SQL Express e criar um diretório para o armazenamento dos arquivos de backup e seus respectivos logs. Como exemplo, crie o diretório Backups no disco C: (C:/Backups).
2) O segundo passo é copiar a procedure com o nome expressmaint.sql no servidor.
3) Salve o script na pasta C:/Backups.
4) Agora é preciso criar esta procedure no banco de dados Master do SQL Express. Para isto, abra o SQL Server Management Studio Express e com ele execute a proecedure:
5) Abra a ferramenta SQL Server Surface Area Configuration (Iniciar|Programas|Microsoft SQL Server 2005|Configuration Tools)
6) Selecione o link Surface Area Configuration for Features
7) Selecione a opção OLE Automation e clique sobre Enable OLE Automation. A ativação deste feature é necessária para o correto funcionamento da procedure. É possível que a execução da procedure já o tenha abilitado, mas vale ir dar uma olhada.
8) Clique em OK e feche a ferramenta
9) Criada a procedure e ativada a feature de OLE Automation, é preciso então criar um segundo arquivo que quando executado pelo utilitário sqlcmd.exe, irá realizar a chamada da procedure. Para isso, copie o script abaixo e salve-o como um arquivo dentro do diretório C:/Backups com o nome databasemaint.sql ou copie o arquivo de mesmo nome no servidor.
EXEC expressmaint
@database = '$(DB)',
@optype = '$(TYPE)',
@backupfldr = '$(BACKUPFOLDER)',
@reportfldr = '$(REPORTFOLDER)',
@dbretainunit = 'days',
@dbretainval = 1,
@report = 1
10) Criado o arquivo databasemaint.sql, pode-se então usar o utilitário sqlcmd.exe para chamar este arquivo e disparar a procedure expressmaint, executando então o backup desejado. Veja um exemplo na figura abaixo:



Observer que no exemplo o utilitário sqlcmd é chamado passando os seguintes parâmetros:
-S ==> O nome do servidor SQL Express
-E ==> Informa ao utilitário para se conectar no SQL Express usando a conta de usuário logada no Windows.
-i ==> Informa a localização do arquivo databasemaint.sql
-v ==> São os parâmetros utilizados dentro do arquivo databasemaint.sql. Neste caso, o sqlcmd substituirá a variável $(DB) (que está dentro do arquivo), pelo nome do banco passado no parâmetro DB. Aqui você pode passar o nome de um banco específico, ALL_USER para fazer backup de TODOS os bancos de usuário ou ainda ALL_SYSTEM para fazer backup apenas dos bancos de sistema (como visto no segundo exemplo da figura - janela DOS).
Para o parâmetro TYPE, você pode passar:
DB - Para backup Full
DIFF - Para backup differencial
LOG - Para backup de Log
CHECKDB - Para checar a integridade da base ou bases
REINDEX - Para executar um REINDEX nas bases
REORG - Para executar uma reorganização de todos os índices
Os parâmetros BACKUPFOLDER e REPORTFOLDER informam o caminho para armazenar os backups e seus respectivos logs.
11) Uma vez que os backups estão sendo executados com sucesso, você pode automatizar o processo para que este seja executado de forma automática. Como o SQL Express não possui o serviço SQL Serve Agent - que lhe permitiria criar jobs para a execução destas tarefas, a alternativa é criar os jobs através do Scheduled Tasks do Windows. Para isso, efetue um duplo-click na opção Scheduled Tasks no painel de controle do Windows.
12) Execute um duplo-click sobre a opção Add Scheduled Tasks para iniciar o Winzard.
13) Clique sobre o botão Browse e localize o utilitário sqlcmd.exe (por default está em C:|Program Files|Microsoft SQL Server|90|Tools|Binn).
14) Entre com um nome para o job (exemplo BackupSQLExpress), escolha a periodicidade de execução do job (por exemplo Daily) e clique em Next.
15) Entre com um horário para execução do job e clique em Next
16) Entre com o usuário e senha que será usado para executar o job. Use um usuário que seja administrador no Windows e no SQL Express.
17) Clique em Next e selecione a opção para abrir as propriedades avançadas do job. Clique em Finish.
18) Na caixa Run, apague o conteúdo existente e entre com:
sqlcmd -S ./SQLEXPRESS -E -i"C:/Backups/databasemaint.sql" -v DB="DBTESTE" -v TYPE="DB" -v BACKUPFOLDER="C:/backups" -v REPORTFOLDER="C:/backups"
Nota: Novamente não esqueça de substituir as barras (/) da linha acima pela barra de separação de diretório. Observe a figura abaixo.




19) Clique em OK e confirme a senha para o usuário novamente.
Pronto, agora o job está criado e será executado automaticamente pelo Windows nos horários e dias agendados. Para testar o job clique sobre o mesmo com o botão direito e selecione a opção Run. Verifique se os arquivos de backups e logs foram criados no diretório C:/Backups. Caso ocorra algum problema, certifique-se de ter alterar a barra (/) na linha de comando e de ter digitado a senha correta para o usuário.


sábado, 24 de dezembro de 2011

Acesso sem fio à internet não é brinquedo.


Maravilha, aos poucos as pessoas estão acordando e notando que acessar a internet e usar sistemas não é brincadeira.
Se mais notícias deste tipo circularem pela internet e demais formas de veiculação, a internet no Brasil e no mundo ficará muito melhor.
Veja este link do terra onde mostra um desabafo dos proficionais da telefonia móvel no mundo todo.
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4009975-EI4795,00.html

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Backup MySQL automatizado em arquivos separados por data: Para Windows com Cobian Backup


É coisa simples, nada mais nada menos do que um "batizinho" (.bat) com um linha que chama o mysqldump.exe e passa uns parâmetros para ele.

Certa mente há formar melhores de ser fazer isso, mas a forma que vou apresentar é a que melhor se encaixou à minha necessidade.

No caso uso o Conian Backup, e nele não encontrei uma forma de fazer backups do MySQL em arquivos .sql. O jeito foi criar um script Batch do DOS e mandar o Cobian executar ele. Podeira usar o agendador de tarefas do windows, mas no meu caso quero manter as rotinas de backup centralizadas.

Vamos ao script:

@ECHO OFF
C:\caminho\do\mysql5.xxx\bin\mysqldump.exe -q -u root -B NomeDaBase >> C:\caminho\do\bkp\NomeDaBase-%date:~10,4%-%date:~7,2%-%date:~4,2%_%time:~0,2%_%time:~3,2%_%time:~6,2%.sql

Eitahá, pra que esse monte de % _ ~ e números?

Isso gera o arquivo .sql inserindo em seu nome a data e hora no seguinte formato/exemplo:

2011-10-26_17_43_34
ano-mês-dia_hora_minuto_segundo.
O nome do aquivo ficará parecido com isso: NomeDaBase-2011-10-26_17_43_34.sql

Para que você possa pensar um pouco e assim consiga personalizar o seu script, vou explicar como funciona esse tal de %date:~10,4% (neste caso é o ano) e o %time:~0,2%  (nesta caso é a hora)

O date e o time são variáveis do DOS que correspondem a data e a hora. Digitando estes comando do DOS ele mostra na saída padrão a data e a hora, respectivamente.



Usando os parâmetros, por exemplo :~10,4 logo após o date vão informar para o DOS usar os 4 caracteres da variável a partir do 10º, ou seja a partir da barra ( / ) que vem logo antes do ano.

E os parâmetros :~0,2 logo após o time vão informar para o DOS usar os dois caracteres da variável a partir do começo dela.

Agora dos parâmetros passados para mysqldump.exe; é o seguinte:

-q (de queijo) é para que o mysqldump não use buffer, enviando o resultado direto para a saída padrão ou para o arquivos direcionado.

-u é para definir o usuário e o -B para definir o nome da base.

Simples né?

Para quem ficou curioso sobre o Cobian backup esse é o site dele: http://www.educ.umu.se/~cobian/cobianbackup.htm

E para fazer ele chamar um programa é a seguinte dela:




Clique em Executar e em seguida navegue em busca do programa que você quer executar.



O problema SPAM


Quero expressar minha opinião com respeito ao artigo, O Brasil no cenário do envio de spam. Eu o li em 07/01/2010 neste link: http://www.cgi.br/publicacoes/documentacao/spam.htm

Neste documento é citado que o problema do spam vem aumentando no Brasil deviso ao abuso de máquinas dos usuários finais e que medidas como a Gerência de Porta 25[1] poderão trazer bons resultados.

Como gerente de TI e Atendimento ao Cliente, venho observando que sim, o abuso de máquinas dos usuários finais está aumentando. E vejo que não, medidas como a Gerência de Porta 25, verificação de DNS reverso politica SPF e tantas outras técnicas que são criadas não resolverão o problema do spam, porque no fim as técnicas acabam sendo burladas.

A resolução está nos usuários finais aliado a melhoria da qualidade, estabilidade e preço da banda larga brasileira.

Como dito no artigo mencionado no início, os usuários precisam adotar uma postura mais pró-ativa na Internet[2]. Devem deixar de ser meros consumidores e passarem a ser clientes de verdade.

Vejo como uma medida extremamente cabível é; estimular os usuários a abandonarem o uso de clientes/programas de e-mail e passarem a usar o webmail de seus provedores.

Neste ponto entra a melhoria da qualidade, estabilidade e preço da banda larga brasileira, não apenas para o usuário final mas para os provedores de hospedagem também, melhorando assim a performance dos webmails.

Com o aumento do uso de webmail não teremos máquinas de usuários finais sendo conectadas à porta 25, basicamente a porta 80 ou uma outra específica para o webmail acessado via browser (navegador de páginas na internet). Com o webmail, as mensagens tem origem direto no servidor de hospedagem, e são enviadas para o servidor de destino. Servidores estes que tem a sua disposição técnicos capacitados para manter o bom funcionamento.

Os usuários devem abandonar o hábito de salvar senhas. Existem muitos vírus de computador conseguem roubar senhas salvas nos clientes/programas de e-mail e com isso disparar spans autenticando com o login do usuário em seu servidor de hospedagem.

Além do uso de webmail, os usuário finais devem ser estimulados a configurar as suas contas de e-mail para aceitarem mensagens apenas de suas listas brancas e esquecer o uso de listas negras. Assim como na configuração de um firewall, é muito mais prático fechar todas as portas e depois abrir apenas as portas que são necessárias. Ou seja, é muito mais prático liberar os endereços dos amigos do que bloquear o resto do mundo.

Outra prática que deve ser abolida é o e-mail marketing. É apenas um nome bonito para spamer. Todos odeiam receber spam, mas adoram enviar. Politica de e-mail marketing é o mesmo que vender habilitação para um motorista imprudente, ou porte de arma de fogo.

O ambiente do e-mail é destinado para comunicação formal e documentação. Não é lugar para o marketing.

O spam não é um problema apenas dos provedores de hospedagem ou de banda larga, ou de quem entende de informática. É um problema de todos e deve ter a colaboração de todos para ser eliminado. Vamos deixar de ser hipócritas preguiçosos e acordar para realidade, somos todos responsáveis e culpados de tudo.

Referencias.
[1] The Only Good Spam Comes from Hormel, Dr. Rob Kolstadhttp://www.usenix.org/publications/login/2005-02/openpdfs/motd.pdf

[2] Cartilha de Segurança para Internet http://cartilha.cert.br/
Vídeos Educativos do Antispam.br http://www.antispam.br/videos/

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Usando VNC com o Cliente do Terminal Server no Ubuntu

Você se incomoda com a lentidão do Visualizador de área de trabalho remota (o vinagre) usado como cliente de VNC no Ubuntu?

Acha que essa lentidão é natural do protocolo VNC?

E para deixar você ainda mais intrigado, ao abrir o Cliente do Terminal Server (tsclient), no campo protocolo existe a opção VNC porém desabilitada. =0


Para acabar com isso, basta o seguinte comando de instalação:

sudo apt-get install xtightvncviewer

Feito isso o tsclient passa a exibir habilitada a opção de protocolo VNC. Só não entendo porque isso não vem por padrão.

Além de concentrar em um único aplicativo a comum tarefa de um administrador de sistemas, que é o acesso remoto em servidores; o acesso via VNC com o tsclient é muito mais rápido.

A imagem fica muito mais nítida, a combinação de teclas funciona melhor e até a área de transferência (ctrl + c e ctrl + v) ganha um significativo desempenho.

Adeus vinagre e seus bugs.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Instalação do windows8 vai ser em 11 cliques. Uma novidade tardia.

Já tem uns 5 anos ou mais que muitas distribuições do Linux tem uma instalação simplificada, com poucas perguntas e poucos cliques. Tão poucos que sinceramente, nunca coitei. Além de não ser preciso aquela adorável caça aos drivers, exceto para hardwares pouco comuns.

Outra "grande" novidade é a disponibilização de uma imagem ISO para download.

Isso só mostra que a Micro$oft se ligou no grande potencial que são as ideias dos usuários/comunidade.

Agora pra ficar forte mesmo, só falta distribuir de graça e então cobrar por serviços de auxilio e manutenção como é feito no universo open source há muitos anos. E com isso também deixar de ser conivente com a ilegalidade de quem usa o SO da M$ de maneira irregular.

De qual quer forma estes detalhes só mostram que o conceito open source e suas pequenas vertentes são sim o futuro da informática, ou seja, a colaboração.

A inspiração desse pequeno poste vem daqui:
http://www.tecmundo.com.br/windows-8/15634-microsoft-promete-que-o-windows-8-podera-ser-instalado-com-apenas-11-cliques.htm

PS: Ô pessoal do tecmundo.com.br, libera logo os meus comentários via facebook