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sábado, 20 de abril de 2013

Exercícios resolvidos Linux Básico.


01) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é um arquivo executável?

-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:39 script_3

A coluna de permissões (- rw- r-- r-x) é subdividida em 4 colunas:
No caso do arquivo scrip_3 temos:

1ª) Informa o tipo de arquivo:
O sinal de menos (-) indica que é um arquivo comum.
Pode ser um texto puro que contém um código para ser executado/interpretado
ou pode ser um arquivo binário/compilado.
Ela pode conter também:
“l” (L de limão) sempre em minúsculo indicando um link/atalho
“d” (D de dado) sempre em minúsculo indicando um diretório/pasta

2ª) Informa as permissões do Dono do arquivo:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o dono pode ler o arquivo (read)
“w” Indica que o dono pode modificar o arquivo ou escrever nele (write)
“-” Sinal de menos, indica que NÃO há permissão. Se houvesse alguma haveria um
“x” no lugar do “-”

3ª) Informa as permissões de grupos de usuários:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o grupo pode ler.
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “w”
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “x”

4ª) Informa as permissões para os demais usuários do sistema:
“r” Indica que os demais podem ler.
“-” Indica que não há permissões p/ demais usuários. Caso contrário seria um “w”
“x” Indica que os demais usuário tem permissão para Executar/Rodar o arquivo.

Por isso o único arquivo executável nesta listagem é o script_3

02) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é o que possui mais dados?

-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x convidado convidado 0 2010-08-02 21:39 script_3

Todos tem o mesmo tamanho e são arquivos vazios.

03) Para impedir que haja problemas você precisa tirar somente a permissão de gravação do arquivo abaixo. Qual comando e sintaxe você deve utilizar?

-rw-r--r-- 1 convidado convidado 167 2010-03-03 20:58 examples.desktop
chmod u-w examples.desktop

04) Lendo o manual de instalação de um produto específico você foi instruído a permissionar o diretório de dados com a permissão 777. Qual o potencial problema deste pemissionamento?

Ele libera permissão de escrita/modificação para qualquer usuário logado no sistemas. Logo as modificações deste diretório perdem o controle.

05) Crie o diretório “/tmp/dados” e mude o dono do diretório para o usuário “dados”. Caso o usuário “dados” não exista crie-o.

cd /tmp
mkdir dados
adduser dados
chown dados dados

06) Adicione o grupo “usuarios_restritos” e mude o grupo do diretório “/tmp/dados para “usuarios_restritos”.

addgroup usuarios_restritos
chown dados:usuarios_restritos dados/

07) Você precisa criar um usuário para liberar acesso para a equipe do ERP. Crie o usuário chamado “suporte3” com a senha “novasenha3#”.

Adduser suporte3
…
…
…
Digite a nova senha UNIX:novasenha3#
Redigite a nova senha UNIX: novasenha3#

08) Altere a senha do usuário “suporte3” para “L1nux3#2011”.

passwd suporte3
Digite a nova senha UNIX:L1nux3#2011
Redigite a nova senha UNIX:L1nux3#2011

09) Converta a permissão “-r-x---rwx” para a o formato octal.

507

10) Converta a permissão “dr--r--r--“ para o formato octal.

444

11) Qual será a permissão do arquivo “teste_2” após a execução do comando “chmod o=x teste_2”?

-rw-r----x ou 640

12) Qual o formato octal para tirar todas as pemissões de um arquivo ou diretório?

000 o comoando seria  chmod 000 arquivo

13) Crie um arquivo chamado “/tmp/exercício_vi” com a saída do comando “ls–l /”.

cd /tmp
ls -l / >> exercicio_vi

14) Abra o arquivo “/tmp/exercício_vi” com o editor de textos vi e faça execute os passos abaixo:

a. Mova o curso para a última linha utilizando o comando de atalho para isso.
R: G (shift g)

b. Copie a última linha e cole-a no começo do arquivo utilizando os comandos de
atalhos para isso. (copiar, mover o cursor para o início do arquivo e colar)
R: yy gg p

c. Procure a palavra “vmlinuz” utilizando o comando de atalho para busca e delete todas as entradas desta palavra utilizando o comando de atalho.
R: /vmlinuz dw n dw n dw n até apagar todas as recorrência da palavra buscada.

d. Salve o arquivo.
R: ESC (para garantir que esta no modo comando) :w

e. Vá para o final do arquivo e insira uma linha em branco e seu Nome.
R: G o Fernando

f. Salve o arquivo
R: ESC :w

g. Saia do editor de textos Vi.
R: ESC (sempre gosto de garantir que esta em modo de comando) :q

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Bug com fone de ouvido no Debian 6 em note Compac Presario c700 ou C720BR



Detectei um bug que ocorre no Debian 6 quando instalado no Compac Presario c720BR, e deve ocorrer o mesmo em um c700.

Segui a dica do ricksam do Viva o Linux de um post lá de 2008.

A dica consiste em instalar e/ou atualizar os pacotes:

alsa-base
alsa-tools
alsa-oss
alsa-utils
alsa-firmware-loaders

A linha de comando é:

# aptitude install alsa-base alsa-tools alsa-oss alsa-utils alsa-firmware-loaders

De pois vc deve identificar o modelo de seu dispositivo de som com o comando
lspci | grep -i audio


Depois disto você deve editar o arquivo /etc/modprobe.d/alsa-base.conf e acrescentar a linha:
options snd-hda-intel model=SEU-MODELO

No meu caso é o modelo 82801H

O arquivo fica da seguinte forma:


Espero que o post tenha sido útil.
Boa sorte e obrigado pela visita.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Dica para instalação do Debian no VirtualBox


Essa é uma pequena dica que vale não só para a instalação do Debian mas para qualquer outra distribuição do Linux, cujo instalador solicita a retirada da media.

Neste caso a media é a imagem de cd, o arquivo .ISO, se estiver usando uma media física, basta apertar o eject do drive de cd no momento que for solicitado pelo instalador.

Da forma como irei mostrar com um print, não será preciso desligar a VM para então editar as configurações dela. Bastará usar os menus da janela do VistuaBox aonde roda a VM, que são:

Dispositivos > Dispositivos de CD/DVD >

No último nível do menu já são exibidas as opções de dispositivos. Que são o drive do Hospedeiro, e as imagens de cd que você tenha inserido no VirtuaBox.

Com este menu você monta de desmonta medias para sua VM em qualquer momento da execução dela.

[*Note no print que a imagem do debian esta flegada, indicando esta montada. Clicando sobre ela, será retirado o flag indicando que a imagem foi desmontada.


Snapshot virtualbox linha de comando ou snapshot virtualbox command line

Depois de ler e reler as man pages do Virtual Box, as FAQs, os manuais no site deste software de virtualização e além de muito googlar;

eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.

O comando é o seguinte:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot

Vou explicar o que significa cada coisa:

VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.

snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.

android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.

take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.

TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.

Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:

user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot

E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`

E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.

Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.

Resultados dos teste com a linha de comando.


Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Porque é chato ter espaços em branco nos isstemas UNIX linke

Em sistemas UNIX like como o Linux, o espaço em branco é um caractere reservado do shell. A grosso modo, shell é um interpretador de comandos que pedimos para o kernel do Linux fazer.

Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
cd dir com espaços em braco
O shell retorna um erro dizendo que o diretório não existe. Para resolver isso usamos um caractere para remoção, neste casso a contra barra " \ "

(pisti, uma fofoquinha aqui, o windows é todo do contra, por isso ele usa essa barra em tudo, rsrsrsr)

Então o comando fica assim:

cd dir\ com \espaços\ em\ branco

Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.

Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.

Cálculo de UMASK Observação IMPOTANTíSSIMA

ATENÇÃO, O INICIO DO TEXTO REPETE A EXPLICAÇÃO DA APOSTILA E DOS SLIDES, MAS CONTINUE LENDO.

O calculo de umask é:

 777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
 ---
 022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.

Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.

No momento da criação o que ocorre?

Diretórios
 777
-022
 ---
 755 no momento da criação de arquivos
-111
 ---
 644

Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.

Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:

Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:

Em uma calculadora:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
 ---
 659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.

Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.

No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.

O calculo com umask 007 então fica:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
 ---
 660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Comandos divertidos no Linux.

É ótimo ter um estudo dirigido por um professor. Trilha-se um caminho com mais segurança, confiança e ânimo.

Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:

fernando@br-fernando:/tmp$ awk -F : '{print $1 " <<< usa >>> " $7}' passwd | sort | nl

Agora eu explico:

O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.

Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl

Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:

     1    avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
     2    avahi <<< usa >>> /bin/false
     3    backup <<< usa >>> /bin/sh
     4    bin <<< usa >>> /bin/sh
     5    couchdb <<< usa >>> /bin/bash
     6    daemon <<< usa >>> /bin/sh
     7    fernando <<< usa >>> /bin/bash

Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Red Hat Lança Terceira Versão da sua Plataforma de Virtualização Empresarial


A Red Hat anunciou a versão 3 de seu Red Hat Enterprise Virtualization (RHEV). O RHEV para servidores, é o principal produto na faixa que foi introduzida no Outono de 2009 e atualizado no Verão de 2010. Ele inclui um hipervisor, às vezes chamado RHEV-H, para hospedagem de sistemas guests. Hosts são gerenciados pelo software de gerenciamento (RHEV-M), que é outra parte da variante servidor do RHEV, e que também gerencia sistemas que são virtualizados usando o Red Hat Enterprise Linux(RHEL).

O RHEV para Desktops RHEV "add-on" implementa infra-estruturas Virtual Desktop Infrastructures (VDIs) - às vezes chamado Hosted Virtual Desktop (HVD) - esta tecnologia envolve a execução de sistemas operacionais de desktop em um servidor, como guests, usuários, e em seguida, acessar esses sistemas remotos via (thin) clients.

80% das Empresas com Linux Aumentará Uso do Sistema nos Próximos Cinco Anos


Quase 80% de todas as empresas que utilizam Linux, estará aumentando o uso do sistema nos próximos cinco anos, e 84% delas, aumentaram o uso do Linux no ano passado, apesar do clima econômico. Mais dessas empresas fará a redução do número de servidores Windows que utilizam (25,9%), ao invés de aumentá-los (21,7%). Estes números estão entre os resultados do levantamento feito pela Linux Foundation's Linux Adoption Trends 2012 Enterprise End User, que analisou as respostas de 1.893 usuários de Linux; isso revela ainda os resultados do foco da pesquisa de 428 entrevistados de organizações com mais de 500 empregados, e vendas maior do que metade de um bilhão de dólares.

71,6% dos entrevistados, disseram que suas novas implementações de Linux nos últimos dois anos foram para novas aplicações e serviços com apenas 38,5% da migração do Windows, e 34,5% migrando do Unix. Cargas de trabalho críticas também estão sendo movidas para o Linux com 69,1% dos entrevistados dizem que eles estariam usando mais o sistema Linux para essas tarefas. Menor custo de propriedade (70%), recursos (68,6%) e segurança (63,6%) foram relatados para ser os drivers por trás disso a adoção do Linux.

Fonte: http://under-linux.org/80-das-empresas-com-linux-aumentara-uso-do-sistema-nos-4209/

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Dificuldades para assistir filmes em dvd com o Ubuntu?


Você esta com dificuldades para reproduzi dvd no Unbuntu 9.04?
Seus problemas acabaram!
Para resolver isto digite:
sudo /usr/share/doc/libdvdread4/install-css.sh
Prepare a pipoca e divirta-se.
Fonte.
https://help.ubuntu.com/6.10/ubuntu/desktopguide/pt/dvdplayback.html

Nem sei come esta em relação a isso agora. Faz tempo que não vejo filmes pelo note.

sábado, 7 de janeiro de 2012

O Evolution não esvasia a lixeira?


O Evolution é o cliente de e-mail padrão do, Ubuntu atualmente a distribuição do Linux mais usada.
Utilizando este cliente de e-mail, em algum momento ao tentar esvaziar a lixeira você não irá conseguir e vai se deparar com um erro mais ou mesmos como a mensagem a baixo.
Erro Excluindo permanentemente a pasta.
Erro ao armazenar “~/.evolution/mail/local/ubuntu-br (mbox)”: Erro ao
armazenar “~/.evolution/mail/local/Sent (mbox)”: Erro ao armazenar
“~/.evolution/mail/local/Inbox (mbox)”: Incompatibilidade entre resumo e
pasta, mesmo após sincronização

Comigo isso já ocorreu algumas vezes, e observei que foi após ter apagado alguma pasta, das várias que mantenho na caixa de entrada, ou após ter apagado um volume muito grande de mensagens antigas.
Vai ai então uma dica de comando para dar um jeito nisto.
1- Feche o Evolution…
2- Faça um backup da pasta ~/.evolution (Onde o simbolo ~ indica a sua pasta pessoal dentro do sistema Linux)
3- Abra um terminal e entre na pasta ~/.evolution
4- Então digite os seguintes comandos:
find . -name ‘*.cmeta’ -delete
find . -name ‘*.index*’ -delete

Isso apaga recursivamente todos os arquivos cujos nomes terminem com .cmeta e com .index-algumacoisa.
São arquivos usados para pesquisa e localização das pastas e mensages, ao re-abrir o Evolution ele irá recriar estes arquivos, com a diferença que eles serão atualizados de acordo com a sua estrutura atual de pastas e mensagens.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Comparando formatos de compactação no linux


neo@fernando:~/Desktop/pacotes$ ll
total 99M
-rw-r–r– 1 neo neo 41M 2010-01-12 15:54 logs.ar
-rw-r–r– 1 neo neo 3,2M 2010-01-12 15:54 logs.cbz
-rw-r–r– 1 neo neo 3,2M 2010-01-12 15:54 logs.jar
-rw-r–r– 1 neo neo 41M 2010-01-12 15:55 logs.tar
-rw-r–r– 1 neo neo 2,0M 2010-01-12 15:56 logs.tar.bz2
-rw-r–r– 1 neo neo 3,2M 2010-01-12 15:53 logs.tar.gz
-rw-r–r– 1 neo neo 1,7M 2010-01-12 16:00 logs.tar.lzma
-rw-r–r– 1 neo neo 3,2M 2010-01-12 16:00 logs.zip

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Comparando arquivos com VI ou VIM


O vimdiff permite que você compare as diferenças entre 2 ou 3 arquivos utilizando o editor de textos Vim ou Vi.
O uso do vimdiff é bastante simples. Para iniciá-lo utilize a seguinte linha de comando:
# vimdiff [ opções ] arquivo1.txt arquivo2.txt [ arquivo3.txt ]
ou
# vimdiff arquivo.php arquivo.php.bak
Ele irá abrir o Vim com 2 ou 3 janelas verticais (uma para cada arquivo) com as diferenças entre os arquivos destacadas. Se você quiser que as janelas sejam dividias horizontalmente, utilize a opção -o. (Não experimentei ainda.)
Se você estiver utilizando a tela divida verticalmente, utilize a combinação de teclas Ctrl + W L para passar para a tela da direita e Ctrl + W H para voltar para a tela da esquerda. Se você estiver utilizando a tela dividida horizontalmente, utilize Ctrl + W J para ir para a tela de baixo e Ctrl+ W K para voltar para a tela de cima.
Fontes:
http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=23894
http://www.vivaolinux.com.br/dica/Comparando-arquivos-com-o-vimdiff
Olha só como é que fica…


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Usando VNC com o Cliente do Terminal Server no Ubuntu

Você se incomoda com a lentidão do Visualizador de área de trabalho remota (o vinagre) usado como cliente de VNC no Ubuntu?

Acha que essa lentidão é natural do protocolo VNC?

E para deixar você ainda mais intrigado, ao abrir o Cliente do Terminal Server (tsclient), no campo protocolo existe a opção VNC porém desabilitada. =0


Para acabar com isso, basta o seguinte comando de instalação:

sudo apt-get install xtightvncviewer

Feito isso o tsclient passa a exibir habilitada a opção de protocolo VNC. Só não entendo porque isso não vem por padrão.

Além de concentrar em um único aplicativo a comum tarefa de um administrador de sistemas, que é o acesso remoto em servidores; o acesso via VNC com o tsclient é muito mais rápido.

A imagem fica muito mais nítida, a combinação de teclas funciona melhor e até a área de transferência (ctrl + c e ctrl + v) ganha um significativo desempenho.

Adeus vinagre e seus bugs.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Instalando HD novo no Ubuntu

O princípio é muito simples. Abre o gabinete da máquina, parafusa o HD, conecta os devidos cabos e religa a máquina.

Até ai tudo bem, tranquilo. Mas depois de iniciar o sistema o novo HD não fica assim tão fácil de encontrar.

É preciso formatar ele e para isso você vai precisar do cfdisk, que formata pela linha de comando, ou do Utilitário de unidades que fica em Menu >> Sistema >> Administração, ou ainda o GParted, que me foi uma escolha mais interessante. Você pode instalar ele pela Central de Programas do Ubuntu.

Formatado no novo HD, ele vai passar a aparecer no painel esquerdo do Nautilus, sendo possível assim montar o novo HD com um simples clik.

Só que o inconveniente é ter que fazer isso sempre que ligar a máquina, a solução para isso é registrar este novo HD no /etc/fstab.

O que eu demorei a entender deste aquivo é o que escrever nele. Tudo bem que tem uma explicação comentada nas primeiras linhas deste arquivo, mas para alguém com o inglês meio capenga como o meu, foi preciso dar uma pesquisada. Isso porque a configuração dele este mais ou menos assim:


# / was on /dev/sda1 during installation
UUID=e0cd5c5e-0f0b-4da2-abc2-9ceb7b7f5ee4  /            ext4  errors=remount-ro
A minha dúvida era, aonde encontrar este belíssimo  UUID.
Simples, esta escrito no começo do arquivo /etc/fstab. Basta você digitar o comando:
sudo blkid -o value -s UUID
Isso vai listar o UUID de cada unidade de armazenamento de seu sistema. Dos vários listados, para saber qual é o UUID do novo HD, você vai por eliminação, comparando com o que já tem registrado no /etc/fstab.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Crontab rodando a cada 30 segundos.

Dei uma "googlada" sobre o assunto e um monte de gente disse que não era possível.
Em um lugar encontrei uma explicação esquisita mas meu chefe e eu resolvemos coletar partes das explicações e fizemos testes.

O resultado, são as linhas a baixo:

* * * * * sleep 30 && touch test30
* * * * * touch teste

Pra quem não acredita é só testar. E o comando touch não faz nada de mais, ele só cria no diretório /home/~ um arquivo texto vazio. (/home/~ é o mesmo que /home/nome do teu usuário)
Depois repetindo o comando touch seguido do mesmo nome de arquivo, ele simplesmente "toca" no arquivo alterando a data de modificação dele.