Aqui procuro expor meus hobbys, meus conhecimentos técnicos na área de informática, um pouco de humor e nerdices em geral.
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sábado, 20 de abril de 2013
Exercícios resolvidos Linux Básico.
01) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é um arquivo executável?
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x 1 convidado convidado 0 2011-08-02 21:39 script_3
A coluna de permissões (- rw- r-- r-x) é subdividida em 4 colunas:
No caso do arquivo scrip_3 temos:
1ª) Informa o tipo de arquivo:
O sinal de menos (-) indica que é um arquivo comum.
Pode ser um texto puro que contém um código para ser executado/interpretado
ou pode ser um arquivo binário/compilado.
Ela pode conter também:
“l” (L de limão) sempre em minúsculo indicando um link/atalho
“d” (D de dado) sempre em minúsculo indicando um diretório/pasta
2ª) Informa as permissões do Dono do arquivo:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o dono pode ler o arquivo (read)
“w” Indica que o dono pode modificar o arquivo ou escrever nele (write)
“-” Sinal de menos, indica que NÃO há permissão. Se houvesse alguma haveria um
“x” no lugar do “-”
3ª) Informa as permissões de grupos de usuários:
No caso do arquivo script_3 temos:
“r” Indica que o grupo pode ler.
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “w”
“-” Indica que não há permissões para o grupo. Caso contrário seria um “x”
4ª) Informa as permissões para os demais usuários do sistema:
“r” Indica que os demais podem ler.
“-” Indica que não há permissões p/ demais usuários. Caso contrário seria um “w”
“x” Indica que os demais usuário tem permissão para Executar/Rodar o arquivo.
Por isso o único arquivo executável nesta listagem é o script_3
02) Visualizando a saída do comando “ls –l” abaixo, qual dos arquivos é o que possui mais dados?
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 executavel
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 0 2010-08-02 21:38 script_2
-rw-r--r-x convidado convidado 0 2010-08-02 21:39 script_3
Todos tem o mesmo tamanho e são arquivos vazios.
03) Para impedir que haja problemas você precisa tirar somente a permissão de gravação do arquivo abaixo. Qual comando e sintaxe você deve utilizar?
-rw-r--r-- 1 convidado convidado 167 2010-03-03 20:58 examples.desktop
chmod u-w examples.desktop
04) Lendo o manual de instalação de um produto específico você foi instruído a permissionar o diretório de dados com a permissão 777. Qual o potencial problema deste pemissionamento?
Ele libera permissão de escrita/modificação para qualquer usuário logado no sistemas. Logo as modificações deste diretório perdem o controle.
05) Crie o diretório “/tmp/dados” e mude o dono do diretório para o usuário “dados”. Caso o usuário “dados” não exista crie-o.
cd /tmp
mkdir dados
adduser dados
chown dados dados
06) Adicione o grupo “usuarios_restritos” e mude o grupo do diretório “/tmp/dados para “usuarios_restritos”.
addgroup usuarios_restritos
chown dados:usuarios_restritos dados/
07) Você precisa criar um usuário para liberar acesso para a equipe do ERP. Crie o usuário chamado “suporte3” com a senha “novasenha3#”.
Adduser suporte3
…
…
…
Digite a nova senha UNIX:novasenha3#
Redigite a nova senha UNIX: novasenha3#
08) Altere a senha do usuário “suporte3” para “L1nux3#2011”.
passwd suporte3
Digite a nova senha UNIX:L1nux3#2011
Redigite a nova senha UNIX:L1nux3#2011
09) Converta a permissão “-r-x---rwx” para a o formato octal.
507
10) Converta a permissão “dr--r--r--“ para o formato octal.
444
11) Qual será a permissão do arquivo “teste_2” após a execução do comando “chmod o=x teste_2”?
-rw-r----x ou 640
12) Qual o formato octal para tirar todas as pemissões de um arquivo ou diretório?
000 o comoando seria chmod 000 arquivo
13) Crie um arquivo chamado “/tmp/exercício_vi” com a saída do comando “ls–l /”.
cd /tmp
ls -l / >> exercicio_vi
14) Abra o arquivo “/tmp/exercício_vi” com o editor de textos vi e faça execute os passos abaixo:
a. Mova o curso para a última linha utilizando o comando de atalho para isso.
R: G (shift g)
b. Copie a última linha e cole-a no começo do arquivo utilizando os comandos de
atalhos para isso. (copiar, mover o cursor para o início do arquivo e colar)
R: yy gg p
c. Procure a palavra “vmlinuz” utilizando o comando de atalho para busca e delete todas as entradas desta palavra utilizando o comando de atalho.
R: /vmlinuz dw n dw n dw n até apagar todas as recorrência da palavra buscada.
d. Salve o arquivo.
R: ESC (para garantir que esta no modo comando) :w
e. Vá para o final do arquivo e insira uma linha em branco e seu Nome.
R: G o Fernando
f. Salve o arquivo
R: ESC :w
g. Saia do editor de textos Vi.
R: ESC (sempre gosto de garantir que esta em modo de comando) :q
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Adicionando novo HD no CentOS 5.8 com LVM
Com este tutorial você poderá adicionar um novo disco e aumentar o tamanho de uma partição qualquer. Desde que o LVM já esteja devidamente configurado e em uso.
Você tem que estar logado como root.
1 - Desligue a máquina;
2 - Conecte o novo HD;
3 - Ligue novamente a máquina;
4 - Digite o comando df -h para conferir o que vc já tem em uso e montado;
5 - fdisk -l (éle de limão) para descobrir o nome do novo dispositivo,
/dev/sd(alguma coisa. pode ser b, c, d, etc...)
6- Digite fdisk /dev/sd(alguma coisa), vamos supor que é /dev/sdc
Então o comando seria fdisck /dev/sdc
A sequencia de parâmetros para o fdisk será:
p
n
p
1 (o número um / 1)
1 (significa o primeiro cilindro do HD)
789 (aqui eu coloquei um número aleatório, vc deve informar o número que indica o último cilindro do HD. O fdisk vai te falar qual é )
t
8e
p
w
7 - pvcreate /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispositivo no LVM)
8 - vgdisplay (para se informar dos grupos de dispositivos que vc tem no LVM)
9 - vgextend Grupo /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispo no grupo; vc tem que adicionar no mesmo grupo da partição que vc quer aumentar)
10 - vgdisplay para ver quantos Free PE / Sixe vc ganhou com o novo disco.
11- cat /etc/fstab Para revisar o volume logico usado na partição que deve crescer
12 - lvresize -l +nº de Free PE /dev/Grupo/volume logico da partição que deve crescer
13 - lvdisplay Para conferir que o LV Size aumentou
14 - umount /caminho da partição que vai aumentar
15 - e2fsck -f /dev/grupo/volume da partição que vai crescer
16 - resize2fs /dev/grupo/volume da partição que vai crescer
17 - mount /caminho da partição que vai aumentar
18 - df -h Para conferir o novo tamanho na partição que vc precisava aumentar.
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Ativando quotas de disco no Debian Squeeze
Se ao tentar ativar uso de quota de disco no Debian Squeeze você tenha se deparado com esta mensagem:
E o serviço de quota não ativa.
Então tente os seguintes passos (logado como root):
1°- aptitude install quota quotatool
2°- Editar /etc/fstab:
UUID=e778157a-50b3-40fe-aa8b-f0ff8e19e5ef /home ext3 defaults,usrquota,grpquota 0 2
[ATENÇÃO ATENÇÃO: O UUID APRESENTADO AQUI É COLOCADO NA LINHA DO FSTAB AUTOMATICAMENTE E VARIA DE MÁQUINA PARA MÁQUINA. DÚVIDAS NESTE PONTO, POSTEM NOS DOMENTÁRIOS]
3°- mount -o remount /home
4°- Aqui é que mora uma controvérsia. Criar os arquivos aquota.user, aquota.group e setar permissão. Bom eu os criei. Veja o resultado mais abaixo:
touch /home/aquota.user
touch /home/aquota.group
cd /home ; chmod 600 aquota.*
5- Roda quotacheck -vagumf
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
Então eu removi os arquivos aquota.user e aquota.group e rodei o comando novamente.
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Your kernel probably supports journaled quota but you are not using it. Consider switching to journaled quota to avoid running quotacheck after an unclean shutdown.
quotacheck: Scanning /dev/sda9 [/home] done
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Checked 171 directories and 281 files
quotacheck: Old file not found.
quotacheck: Old file not found.
Apesar dos avisos de arquivo não encontrado, os mesmos foram criados pelo quotacheck:
root@debian:/home# ls -la
total 41
drwxr-xr-x 4 root root 4096 Mar 21 17:36 .
drwxr-xr-x 21 root root 1024 Fev 15 18:59 ..
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.group
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.user
drwxr-xr-x 20 fernando fernando 4096 Mar 21 17:26 fernando
drwx------ 2 root root 16384 Fev 15 18:57 lost+found
Fiz alguns testes apresentados em aula em tutoriais e deu tudo certo.
Conclusão: Para dar certo o habilitar de quotas de disco, basta pular o passo 4 que pede para criar os arquivos aquota.user e aquota.group, pois o quotacheck -vagumf se encarrega disto.
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
E o serviço de quota não ativa.
Então tente os seguintes passos (logado como root):
1°- aptitude install quota quotatool
2°- Editar /etc/fstab:
UUID=e778157a-50b3-40fe-aa8b-f0ff8e19e5ef /home ext3 defaults,usrquota,grpquota 0 2
[ATENÇÃO ATENÇÃO: O UUID APRESENTADO AQUI É COLOCADO NA LINHA DO FSTAB AUTOMATICAMENTE E VARIA DE MÁQUINA PARA MÁQUINA. DÚVIDAS NESTE PONTO, POSTEM NOS DOMENTÁRIOS]
3°- mount -o remount /home
4°- Aqui é que mora uma controvérsia. Criar os arquivos aquota.user, aquota.group e setar permissão. Bom eu os criei. Veja o resultado mais abaixo:
touch /home/aquota.user
touch /home/aquota.group
cd /home ; chmod 600 aquota.*
5- Roda quotacheck -vagumf
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.
Então eu removi os arquivos aquota.user e aquota.group e rodei o comando novamente.
Resultado:
root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Your kernel probably supports journaled quota but you are not using it. Consider switching to journaled quota to avoid running quotacheck after an unclean shutdown.
quotacheck: Scanning /dev/sda9 [/home] done
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Checked 171 directories and 281 files
quotacheck: Old file not found.
quotacheck: Old file not found.
Apesar dos avisos de arquivo não encontrado, os mesmos foram criados pelo quotacheck:
root@debian:/home# ls -la
total 41
drwxr-xr-x 4 root root 4096 Mar 21 17:36 .
drwxr-xr-x 21 root root 1024 Fev 15 18:59 ..
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.group
-rw------- 1 root root 7168 Mar 21 17:36 aquota.user
drwxr-xr-x 20 fernando fernando 4096 Mar 21 17:26 fernando
drwx------ 2 root root 16384 Fev 15 18:57 lost+found
Fiz alguns testes apresentados em aula em tutoriais e deu tudo certo.
Conclusão: Para dar certo o habilitar de quotas de disco, basta pular o passo 4 que pede para criar os arquivos aquota.user e aquota.group, pois o quotacheck -vagumf se encarrega disto.
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sábado, 10 de março de 2012
Passos tópicos para adicionar novo HD no Linux.
Eu já fiz um artigo sobre este mesmo assunto, Instalando HD novo no Ubuntu. Mas hoje eu resolvi fazer mais um para reforçar a absorção do conhecimento que estou adquirindo com o curso da 4Linux.
Segue então uma sequência de tópicos ou um passo a passo bem genérico, para a instalação de um novo HD em seu sistema GNU/Linux.
1- Desligue a máquina
2- Adicione o novo disco/hardware
3- Religue a máquina
4- Abra terminal e logue como root
5- Digite fdisk -l (éle de limão) para identificar o dispositivo de comunicação do novo disco. Na ultima linha da saída do comando, deve aparecer o seguinte:
O disco /dev/sdb não contém uma tabela de partições válida
Obs: O nome do dispositivo /dev/sdb pode variar. Neste exemplo esta sendo adicionado um 2º HD. Se estiver adicionando um 3º, teremos um /dev/sdc, se tivermos um 4º, /dev/sdd, um 5º /dev/sde e assim por diante.
6- digite cfdisk /dev/sdb e siga as instruções nas imagens a baixo, para criar a tabela de partições. No exemplo destas imagens é um HD de 8 GB sendo dividido em 3 partições.
7- Confira o particionamento criado repetindo o comando fdisk -l
8- Defina um sistema de arquivos conforme a sua necessidade ou preferencia.
Use o comando mkfs.ext3 /dev/sdb1
9- Crie um diretório para o ponto de montagem do novo disco:
mkdir -p /mnt/disco2
10- Edite o arquivo /etc/fstab. Insira a linha a baixo.
/dev/sdc1 /mnt/disco2 ext3 defaults 0 2
11- Monte o seu novo disco:
# mount /mnt/disco2
12- Defina as permissões do /mnt/disco2 conforme a sua necessidade.
Segue então uma sequência de tópicos ou um passo a passo bem genérico, para a instalação de um novo HD em seu sistema GNU/Linux.
1- Desligue a máquina
2- Adicione o novo disco/hardware
3- Religue a máquina
4- Abra terminal e logue como root
5- Digite fdisk -l (éle de limão) para identificar o dispositivo de comunicação do novo disco. Na ultima linha da saída do comando, deve aparecer o seguinte:
O disco /dev/sdb não contém uma tabela de partições válida
Obs: O nome do dispositivo /dev/sdb pode variar. Neste exemplo esta sendo adicionado um 2º HD. Se estiver adicionando um 3º, teremos um /dev/sdc, se tivermos um 4º, /dev/sdd, um 5º /dev/sde e assim por diante.
6- digite cfdisk /dev/sdb e siga as instruções nas imagens a baixo, para criar a tabela de partições. No exemplo destas imagens é um HD de 8 GB sendo dividido em 3 partições.
![]() |
| 0. Seleciona Nova e de Enter |
![]() |
| 1. Defina o tipo de partição |
![]() |
| 2. Definindo o cilindro da partição |
![]() |
| 3. Criando a segunda partição com o restante do espaço |
![]() |
| 4. Definindo o tipo de partição |
![]() |
| 5. Definindo o cilindro. Início indica o primeiro cilindro disponível |
![]() |
| 6. Criando a terceira partição com os últimos bytes restantes |
![]() |
| 7. Definindo o tipo de partição |
![]() |
| 8. Gravando a definição de partições |
![]() |
| 9. Confirmando a gravação |
![]() |
| 10. Saindo do cfdisk |
7- Confira o particionamento criado repetindo o comando fdisk -l
8- Defina um sistema de arquivos conforme a sua necessidade ou preferencia.
Use o comando mkfs.ext3 /dev/sdb1
9- Crie um diretório para o ponto de montagem do novo disco:
mkdir -p /mnt/disco2
10- Edite o arquivo /etc/fstab. Insira a linha a baixo.
/dev/sdc1 /mnt/disco2 ext3 defaults 0 2
11- Monte o seu novo disco:
# mount /mnt/disco2
12- Defina as permissões do /mnt/disco2 conforme a sua necessidade.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Snapshot virtualbox linha de comando ou snapshot virtualbox command line
Depois de ler e reler as man pages do Virtual Box, as FAQs, os manuais no site deste software de virtualização e além de muito googlar;
eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.
O comando é o seguinte:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot
Vou explicar o que significa cada coisa:
VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.
snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.
android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.
take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.
TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.
Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:
user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot
E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`
E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.
Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.
Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!
eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.
O comando é o seguinte:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot
Vou explicar o que significa cada coisa:
VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.
snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.
android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.
take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.
TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.
Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:
user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot
E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`
E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.
Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.
Resultados dos teste com a linha de comando.
Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Porque é chato ter espaços em branco nos isstemas UNIX linke
Em sistemas UNIX like como o Linux, o espaço em branco é um caractere reservado do shell. A grosso modo, shell é um interpretador de comandos que pedimos para o kernel do Linux fazer.
Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
(pisti, uma fofoquinha aqui, o windows é todo do contra, por isso ele usa essa barra em tudo, rsrsrsr)
Então o comando fica assim:
Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.
Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.
Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
cd dir com espaços em bracoO shell retorna um erro dizendo que o diretório não existe. Para resolver isso usamos um caractere para remoção, neste casso a contra barra " \ "
(
Então o comando fica assim:
cd dir\ com \espaços\ em\ branco
Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.
Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.
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Cálculo de UMASK Observação IMPOTANTíSSIMA
ATENÇÃO, O INICIO DO TEXTO REPETE A EXPLICAÇÃO DA APOSTILA E DOS SLIDES, MAS CONTINUE LENDO.
O calculo de umask é:
777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
---
022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.
Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.
No momento da criação o que ocorre?
Diretórios
777
-022
---
755 no momento da criação de arquivos
-111
---
644
Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.
Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:
Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:
Em uma calculadora:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
---
659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.
Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.
No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.
O calculo com umask 007 então fica:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
---
660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007
O calculo de umask é:
777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
---
022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.
Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.
No momento da criação o que ocorre?
Diretórios
777
-022
---
755 no momento da criação de arquivos
-111
---
644
Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.
Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:
Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:
Em uma calculadora:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
---
659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.
Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.
No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.
O calculo com umask 007 então fica:
777
-007
---
770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
---
660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Comandos divertidos no Linux.
É ótimo ter um estudo dirigido por um professor. Trilha-se um caminho com mais segurança, confiança e ânimo.
Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:
Agora eu explico:
O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.
Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl
Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:
1 avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
2 avahi <<< usa >>> /bin/false
3 backup <<< usa >>> /bin/sh
4 bin <<< usa >>> /bin/sh
5 couchdb <<< usa >>> /bin/bash
6 daemon <<< usa >>> /bin/sh
7 fernando <<< usa >>> /bin/bash
Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.
Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:
fernando@br-fernando:/tmp$ awk -F : '{print $1 " <<< usa >>> " $7}' passwd | sort | nl
Agora eu explico:
O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.
Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl
Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:
1 avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
2 avahi <<< usa >>> /bin/false
3 backup <<< usa >>> /bin/sh
4 bin <<< usa >>> /bin/sh
5 couchdb <<< usa >>> /bin/bash
6 daemon <<< usa >>> /bin/sh
7 fernando <<< usa >>> /bin/bash
Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Usando VNC com o Cliente do Terminal Server no Ubuntu
Você se incomoda com a lentidão do Visualizador de área de trabalho remota (o vinagre) usado como cliente de VNC no Ubuntu?
Acha que essa lentidão é natural do protocolo VNC?
E para deixar você ainda mais intrigado, ao abrir o Cliente do Terminal Server (tsclient), no campo protocolo existe a opção VNC porém desabilitada. =0
Para acabar com isso, basta o seguinte comando de instalação:
Feito isso o tsclient passa a exibir habilitada a opção de protocolo VNC. Só não entendo porque isso não vem por padrão.
sudo apt-get install xtightvncviewer
Feito isso o tsclient passa a exibir habilitada a opção de protocolo VNC. Só não entendo porque isso não vem por padrão.
Além de concentrar em um único aplicativo a comum tarefa de um administrador de sistemas, que é o acesso remoto em servidores; o acesso via VNC com o tsclient é muito mais rápido.
A imagem fica muito mais nítida, a combinação de teclas funciona melhor e até a área de transferência (ctrl + c e ctrl + v) ganha um significativo desempenho.
Adeus vinagre e seus bugs.
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