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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Crackers Usam Ferramenta de Manutenção Remota como Trojan


Crackers estão usando uma ferramenta de manutenção remota, a NetWire (que pode ser utilizada para monitorar computadores com Windows, Mac OS X, Linux e Solaris), como se fosse um trojan. dessa forma, as empresas de software antivírus responderam, identificando o programa como se fosse um malware. Nesse contexto, a World Wired Labs, descreveu o NetWire como uma aplicação de manutenção remota estendida. O aplicativo host pode ser executado em Windows, várias versões de Linux, Mac OS X e Solaris, enquanto que o cliente "administrator workstation", que pode ser controlado a partir de um servidor, só pode ser executado no Windows. A versão básica custa R$ 65, a versão Pro, (que pode ser estendida com add-ons), custa US $ 105. Os preços para a versão avançada estão disponíveis mediante solicitação prévia.

Ferramenta de manutenção remota está sendo reconhecida como malware, devido a mais uma façanha de cibercriminosos

A empresa considera NetWire uma ferramenta altamente confiável para manutenção remota de infra-estrutura de negócios, pois ela é capaz de ultrapassar as barreiras do sistema operacional. A conexão entre o cliente e o servidor é protegida por criptografia AES,  sendo limitada a uma única porta TCP. Mas a empresa também anuncia "requisitos especiais de acesso remoto", além de outros métodos de monitoramento. Neste caso, NetWire monitora todos os processos e ainda gera screenshots.

Nesse contexto, há uma ênfase é sobre a capacidade de NetWire na utilização de proxy reverso para passar através de qualquer firewall ou roteador, a sua capacidade de ler as senhas do navegador (a partir de qualquer navegador), e o fato de que seu keylogger não exige privilégios de administrador. Extensões para sniffing de senhas e registros de conversas em mensagens instantâneas também estão no pipeline. Sob essa ótica, a ferramenta de manutenção remota começa a parecer muito com um "trojan toolkit".


Saiba Mais:

[1] World Wired Labs http://www.worldwiredlabs.com/
[2] Heise On-line http://www.h-online.com/security/new...n-1697425.html

Fonte:
http://under-linux.org/crackers-usam-ferramenta-de-manutencao-remota-como-trojan-5219/

quinta-feira, 22 de março de 2012

Joomla! 2.5 Corrige Vulnerabilidades de Segurança


Os responsáveis pelo projeto Joomla!, lançaram a versão 2.5.3 de seu sistema aberto de gerenciamento de conteúdo (CMS) de fonte aberta. Esta é uma atualização de segurança que trata de duas vulnerabilidades de "alta prioridade", e a primeira delas é causada por um erro de programação não especificado, que poderia permitir a um usuário mal-intencionado a obtenção de privilégios de escalonamento. O outro problema de segurança, trata-se de um erro na geração de números aleatórios. Isso ocorre quando a redefinição de senhas poderia ser explorada por um invasor para alterar a senha de um usuário.



As versões 2.5.0 a 2.5.2, bem como todas as versões dos ramos 1.7.x e 1.6.x são afetadas por essa falha de natureza grave. Dessa forma, os desenvolvedores aconselham todos os usuários a atualizar para a versão 2.5.3, com a intenção de corrigir esses problemas. Outros detalhes adicionais sobre essa atualização, podem ser encontrados no anúncio de lançamento oficial e nos alertas de segurança. Aos usuários interessados em baixá-lo, Joomla! 2.5.3 está disponível para download a partir do próprio site do projeto.

Leia Mais: http://under-linux.org/joomla-2-5-corrige-vulnerabilidades-de-seguranca-4563/#ixzz1pqk0RJzO

sábado, 10 de março de 2012

Passos tópicos para adicionar novo HD no Linux.

Eu já fiz um artigo sobre este mesmo assunto, Instalando HD novo no Ubuntu. Mas hoje eu resolvi fazer mais um para reforçar a absorção do conhecimento que estou adquirindo com o curso da 4Linux.

Segue então uma sequência de tópicos ou um passo a passo bem genérico, para a instalação de um novo HD em seu sistema GNU/Linux.

1- Desligue a máquina

2- Adicione o novo disco/hardware

3- Religue a máquina

4- Abra terminal e logue como root

5- Digite fdisk -l (éle de limão) para identificar o dispositivo de comunicação do novo disco. Na ultima linha da saída do comando, deve aparecer o seguinte:

O disco /dev/sdb não contém uma tabela de partições válida

Obs: O nome do dispositivo /dev/sdb pode variar. Neste exemplo esta sendo adicionado um 2º HD. Se estiver adicionando um 3º, teremos um /dev/sdc, se tivermos um 4º, /dev/sdd, um 5º /dev/sde e assim por diante.

6- digite cfdisk /dev/sdb e siga as instruções nas imagens a baixo, para criar a tabela de partições. No exemplo destas imagens é um HD de 8 GB sendo dividido em 3 partições.

0. Seleciona Nova e de Enter
1. Defina o tipo de partição
2. Definindo o cilindro da partição
3. Criando a segunda partição com o restante do espaço
4. Definindo o tipo de partição
5. Definindo  o cilindro. Início indica o primeiro cilindro disponível
6. Criando a terceira partição com os últimos bytes restantes
7. Definindo o tipo de partição
8. Gravando a definição de partições
9. Confirmando a gravação
10. Saindo do cfdisk

7- Confira o particionamento criado repetindo o comando fdisk -l

8- Defina um sistema de arquivos conforme a sua necessidade ou preferencia.
Use o comando mkfs.ext3 /dev/sdb1

9- Crie um diretório para o ponto de montagem do novo disco:
mkdir -p /mnt/disco2

10- Edite o arquivo /etc/fstab. Insira a linha a baixo.
/dev/sdc1       /mnt/disco2     ext3    defaults        0       2

11- Monte o seu novo disco:
# mount /mnt/disco2

12- Defina as permissões do /mnt/disco2 conforme a sua necessidade.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Computadores da NASA Invadidos por Crackers


Segundo o inspetor geral da NASA, Paul Martin, a agência espacial norte americana foi alvo de mais de 47 ataques virtuais no ano passado, 13 dos quais tiveram sucesso. IPs chineses foram identificados como sendo a fonte de alguns ataques, mas, segundo Paul Martin, o perfil dos agressores é variado. Vão desde crackers testando suas habilidades e organizações criminosas internacionais que fraudam cartões de crédito até espiões dos serviços de inteligência de governos estrangeiros, ávidos por descobrir os próximos passos da exploração espacial dos Estados Unidos.

A agência espacial norte
americana foi
recentemente invadida
por hackers e crackers.
A extensão e profundidade dos ataques são surpreendentes: no mais bem sucedido deles, os crackers conseguiram controle operacional total de várias máquinas do Laboratório de Propulsão a Jato, inclusive de acessar, modificar ou apagar diversos arquivos secretos relativos às missões espaciais. Em um ataque anterior, já haviam sido roubadas 150 credenciais de funcionários.

Essas invasões trouxeram à empresa um prejuízo de 7 milhões de dólares, e, para, preveni-las, os investimentos em segurança são constantes. Nos últimos cinco anos, a NASA organizou investigações que levaram a prisões em diversos países como Portugal, China, Reino Unido, Romênia, Nigéria, Turquia e Itália.

Em tempo, para quem não está habituado ao termo "cracker": vem do inglês "quebrador" e se aplica a todo aquele que "quebra" um sistema, invadindo-o. Hackers são aqueles que decifram (do inglês, "hack", brecha, abertura) o código de um programa e o modificam, talvez acrescentando novas funcionalidades. Em geral, hackers seguem um rigoroso código de ética. O termo "cracker" foi cunhado pelos hackers na década de 80, justamente para que não se confunda um com o outro. Infelizmente, a maior parte da imprensa ainda não aprendeu a diferença.

Fonte: http://under-linux.org/computadores-da-nasa-invadidos-por-crackers-4485/#ixzz1ocyjMV7I

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Tipos de backup

Podemos ter três tipos de backup diferentes, são eles:

Incremental:

O backup incremental visa salvar as diferenças em relação ao ultimo backup completo, por exemplo: Um backup completo acontece no domingo. O incremental salvará os dados de domingo para segunda, de domingo para terça, de domingo para quarta, de domingo para quinta, de domingo para sexta e de domingo para sábado; ou seja, até chegar outro backup completo.

Diferencial:

Diferente do incremental, o diferencial, faz apenas os incrementos, assim gerando um volume menor de dados. Se o backup completo foi gerado no domingo, ele salva de domingo para segunda, de segunda para terça, de terça para quarta e assim até o próximo backup completo chegar.

Completo:

Visa salvar todos os dados, mesmo os que já foram salvos anteriormente, assim fazendo um backup completo de todos os objetos em questão.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Cálculo de UMASK Observação IMPOTANTíSSIMA

ATENÇÃO, O INICIO DO TEXTO REPETE A EXPLICAÇÃO DA APOSTILA E DOS SLIDES, MAS CONTINUE LENDO.

O calculo de umask é:

 777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
 ---
 022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.

Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.

No momento da criação o que ocorre?

Diretórios
 777
-022
 ---
 755 no momento da criação de arquivos
-111
 ---
 644

Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.

Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:

Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:

Em uma calculadora:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
 ---
 659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.

Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.

No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.

O calculo com umask 007 então fica:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
 ---
 660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Brasil: Ausência de Preparo Diante de Possível Confronto Cibernético


Através de uma pesquisa publicada pelo centro belga Security Defense Agenda (SDA) e pela especialista em soluções de segurança, McAfee, o Brasil é apontado como um dos países menos preparados para enfrentar ataques cibernéticos. O levantamento envolveu um total de 23 países presentes neste ranking. Incuindo todos os países analisados pelo estudo, nenhum deles obteve a nota máxima (5) de total prontidão contra possíveis ataques virtuais. O Brasil teve nota 2,5, assim como a Índia e a Romênia, ficando à frente apenas do México. Os melhores colocados no ranking são Israel, Finlândia e Suécia, com nota 4,5.

De acordo com as considerações feitas, a infraestrutura e a tecnologia ligadas à segurança cibernética na América Latina e na região do Caribe podem ser consideradas "desatualizadas", e esse ainda é um problema latente no Brasil; até o momento, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos, passam a ser um problema gigantesco, o que preocupa ainda mais os especialistas em segurança. Além disso, os ataques contra usuários que utilizam serviços on-line de instituições financeiras, como grandes bancos, estão atingindo níveis assustadores.

O levantamento feito pela Cyber Defense Report foi embasado em entrevistas com mais de 300 analistas e autoridades relacionadas à segurança cibernética no âmbito governamental, empresarial, organizações internacionais e da academia, segundo a SDA. Dentre várias conclusões tiradas, a maior delas é de que os crackers estão, de uma maneira geral, em situação bastante confortável: eles atacam sistemas com o intuito de espionagem industrial e política ou mesmo para roubar.

Itália e Rússia foram países que receberam nota 3 no ranking (de um máximo de 5). Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha e França ficaram com nota 4. As notas traduzem a adoção de medidas básicas de segurança, como a utilização de firewalls adequados e proteção antivírus, além de outras soluções mais sofisticadas. Isso também inclui educação e nível de informação da esfera governamental.

Fonte/Cópia: http://under-linux.org/brasil-ausencia-de-preparo-diante-de-possivel-confronto-cibernetico-4296/

Cibercriminosos Usam Malware para Redirecionar Chamadas Telefônicas de Bancos


Os especialistas da Trusteer, descobriram um desenvolvimento relativamente novo em algumas configurações do Ice IX, que tem como alvo clientes de serviços bancários on-line no Reino Unido e EUA. Para quem não sabe, Ice IX é uma variante modificada da plataforma do temido malware financeiro "ZeuS". Amit Klein, CTO da Trusteer, disse que além de roubar dados de contas bancárias, essas configurações do Ice IX estão capturando informações sobre contas de telefone pertencentes às vítimas. Isso permite que atacantes possam desviar chamadas do banco destinadas à seu cliente, para números de telefone controlados pelos cibercriminosos.

Há grandes indícios de que os bankers que também agem como phreakers (mesmo indiretamente), estejam executando transações fraudulentas, utilizando as credenciais roubadas e redirecionando pós-transação, o telefone de verificação do banco, para chamadas de serviços profissionais onde os próprios criminosos manipulam as transações. Em um ataque de captura, no início da sessão o malware rouba o ID da vítima (usuário e senha), informações memoráveis relacionadas a perguntas e respostas secretas, data de nascimento e saldo da conta.

Em seguida, a vítima é convidada a atualizar seus números de telefone de registro, (número da casa, de telefones móveis e trabalho) e selecionar o nome do seu fornecedor de serviços a partir de uma lista drop-down. Neste ataque em particular, as três operadoras de telefonia mais populares no Reino Unido são apresentadas: British Telecommunications, TalkTalk e Sky.

Para habilitar o atacante a executar esta modificação nas configurações do serviço de telefone da vítima, há uma solicitação feita pelo malware para enviar o número da conta telefônica. Este é um dado muito particular, normalmente conhecido apenas para o assinante do telefone e da companhia telefônica. Ele é utilizado pela companhia telefônica para verificar a identidade do assinante, e autorizar modificações sensíveis relativas a conta, tais como encaminhamento de chamadas.

Os fraudadores justificam esse pedido, indicando que esta informação esteja requerida como parte do processo de verificação causado por "um mau funcionamento do sistema de banco anti-fraude, associado ao seu provedor de linha fixa de telefone do serviço". De acordo com Amit Klein, CTO da Trusteer, os cibercriminosos estão cada vez mais se voltando para estes métodos de ataques pós-transação, para esconder atividades fraudulentas do e-mail da vítima e de telefone de comunicação do banco. Isso permite que atacantes burlem mecanismos de segurança que buscam anomalias em todas as transações que já foram executadas pelo usuário.

Fonte/Cópia: http://under-linux.org/cibercriminosos-usam-malware-para-redirecionar-chamadas-telefonicas-de-bancos-4294/

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Varredura de Vulnerabilidades com Arachni 0.4


Arachni é uma ferramenta bastante conhecida entre os profissionais de segurança, devido as suas muitas funcionalidades e eficácia: ela é uma ferramenta de alto potencial, destinada a varredura de vulnerabilidades em aplicações na Internet. Além disso, Arachni foi desenvolvida em Ruby, sendo caracterizada pela sua rapidez, simplicidade de configuração, capacidade de criar e adicionar novas funcionalidades e módulos. Lembrando que o Arachni é uma ferramenta de código aberto, scan de segurança e para realizar testes de penetração, voltada para aplicações Web.

Em sua edição 0.4, consta uma inovadora RPC Infrastructure, contando com Dispatchers, onde eles podem ser conectados para formar uma High Performance Grid e share scan workloads. As bibliotecas Ruby XMLRPC, foram substituídas por Arachni-RPC, uma implementação personalizada cliente servidor light-weight and high-performance. Outras mudanças incorporadas, podem ser encontradas em seu Change Log.

Fonte: http://under-linux.org/varredura-de-vulnerabilidades-com-arachni-0-4-4180/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Crackers Brasileiros Abrem Escola para Formar Cibercriminosos


Muitos crackers brasileiros, são conhecidos por sua preferência por roubar e abusar de dados bancários e números de cartão de crédito, mas também pela sua propensão para se vangloriar abertamente on-line, sobre a prática de suas atividades ilegais. Esta atitude relaxada em relação à possibilidade de ser pego e julgado por suas ações ilegais, deve-se às leis do país, extremamente inadequadas quando se refere a questões anti-cibercrime, explica Fabio Assolini da Kaspersky Lab, que recentemente percebeu um outro "negócio" de risco iniciado pelos criminosos que atuam na grande rede.

Para ajudar novos "empresários" ou iniciantes interessados ​​em uma vida de crimes cibernéticos, alguns crackers brasileiros começaram a oferecer cursos pagos, revela o especialista. Outros foram ainda mais longe, criando uma escola de Cibercrime, para vender as habilidades necessárias para quem tem interesse em ingressar neste universo ilegal na área tecnológica, mas não tem o know-how técnico.

Um número de diferentes cursos está sendo oferecido, e enquanto alguns parecem ser os legítimos - como se tornar um designer, um designer Web, um hacker, um programador - outras vem na contramão da legalidade, oferecidos para ensinar como se tornar um "banker", um defacer ou um spammer.

Fonte: http://under-linux.org/crackers-brasileiros-abrem-escola-para-formar-cibercriminosos-4198/

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Google Docs e Ação de Phishers


Google Docs é uma suíte de escritório útil, e um serviço de armazenamento de dados que permite aos usuários colaborarem em documentos, contando com grande facilidade. Mas, infelizmente, ele também é uma ferramenta muito útil para que phishers exerçamas suas atividades. Dentro deste cenário, a especialista Sophos recentemente, viu duas campanhas distintas de phishing - uma segmentação dos clientes do Banco ANZ da Austrália, e referente aos usuários de um portal Web de uma escola norte-americana - onde as referidas formas de phishing estão hospedadas neste serviço do Google.

Como a empresa de segurança de Paul Ducklin notou, os phishers são parciais na utilização do Google Docs, por uma variedade de razões: o domínio do Google dá ao golpe uma "aura" de legitimidade e o HTTPS na URL atribui segurança; assim, as formas de phishing são hospedadas gratuitamente e os dados de phishing são coletados automaticamente e podem ser acessados de qualquer lugar. Essas práticas maliciosas são facilmente projetadas e o Google Docs oferece a opção de gerar automaticamente e-mails, criados para atrair as vítimas.

Fonte:
http://under-linux.org/google-docs-e-acao-de-phishers-4186/

Então, abre o olho magnata. Não vai sair preenchendo qualquer informação em qualquer formulário por ai. O nome google pode inspirar confiança, mas você tem que lembrar que o google oferece muita coisa de graça e para qualquer pessoa. É importante ficar sempre atento ao endereço da internet que o seu navegador mostra, e principalmente, fechar de imediato janelas pop up que além de pedir seus dados, escondem a barra de endereços.