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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Crackers Usam Ferramenta de Manutenção Remota como Trojan


Crackers estão usando uma ferramenta de manutenção remota, a NetWire (que pode ser utilizada para monitorar computadores com Windows, Mac OS X, Linux e Solaris), como se fosse um trojan. dessa forma, as empresas de software antivírus responderam, identificando o programa como se fosse um malware. Nesse contexto, a World Wired Labs, descreveu o NetWire como uma aplicação de manutenção remota estendida. O aplicativo host pode ser executado em Windows, várias versões de Linux, Mac OS X e Solaris, enquanto que o cliente "administrator workstation", que pode ser controlado a partir de um servidor, só pode ser executado no Windows. A versão básica custa R$ 65, a versão Pro, (que pode ser estendida com add-ons), custa US $ 105. Os preços para a versão avançada estão disponíveis mediante solicitação prévia.

Ferramenta de manutenção remota está sendo reconhecida como malware, devido a mais uma façanha de cibercriminosos

A empresa considera NetWire uma ferramenta altamente confiável para manutenção remota de infra-estrutura de negócios, pois ela é capaz de ultrapassar as barreiras do sistema operacional. A conexão entre o cliente e o servidor é protegida por criptografia AES,  sendo limitada a uma única porta TCP. Mas a empresa também anuncia "requisitos especiais de acesso remoto", além de outros métodos de monitoramento. Neste caso, NetWire monitora todos os processos e ainda gera screenshots.

Nesse contexto, há uma ênfase é sobre a capacidade de NetWire na utilização de proxy reverso para passar através de qualquer firewall ou roteador, a sua capacidade de ler as senhas do navegador (a partir de qualquer navegador), e o fato de que seu keylogger não exige privilégios de administrador. Extensões para sniffing de senhas e registros de conversas em mensagens instantâneas também estão no pipeline. Sob essa ótica, a ferramenta de manutenção remota começa a parecer muito com um "trojan toolkit".


Saiba Mais:

[1] World Wired Labs http://www.worldwiredlabs.com/
[2] Heise On-line http://www.h-online.com/security/new...n-1697425.html

Fonte:
http://under-linux.org/crackers-usam-ferramenta-de-manutencao-remota-como-trojan-5219/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Adicionando novo HD no CentOS 5.8 com LVM


Com este tutorial você poderá adicionar um novo disco e aumentar o tamanho de uma partição qualquer. Desde que o LVM já esteja devidamente configurado e em uso.

Você tem que estar logado como root.

1 - Desligue a máquina;
2 - Conecte o novo HD;
3 - Ligue novamente a máquina;

4 - Digite o comando df -h para conferir o que vc já tem em uso e montado;

5 - fdisk -l (éle de limão) para descobrir o nome do novo dispositivo,
/dev/sd(alguma coisa. pode ser b, c, d, etc...)

6- Digite fdisk /dev/sd(alguma coisa), vamos supor que é /dev/sdc
Então o comando seria fdisck /dev/sdc
A sequencia de parâmetros para o fdisk será:
p
n
p
1 (o número um / 1)
1 (significa o primeiro cilindro do HD)
789 (aqui eu coloquei um número aleatório, vc deve informar o número que indica o último cilindro do HD. O fdisk vai te falar qual é )
t
8e
p
w

7 - pvcreate /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispositivo no LVM)

8 - vgdisplay (para se informar dos grupos de dispositivos que vc tem no LVM)

9 - vgextend Grupo /dev/sdc1 (isso adiciona o novo dispo no grupo; vc tem que adicionar no mesmo grupo da partição que vc quer aumentar)

10 - vgdisplay para ver quantos Free PE / Sixe vc ganhou com o novo disco.

11- cat /etc/fstab Para revisar o volume logico usado na partição que deve crescer

12 - lvresize -l +nº de Free PE /dev/Grupo/volume logico da partição que deve crescer

13 - lvdisplay Para conferir que o LV Size aumentou

14 - umount /caminho da partição que vai aumentar

15 - e2fsck -f /dev/grupo/volume da partição que vai crescer

16 - resize2fs /dev/grupo/volume da partição que vai crescer

17 - mount /caminho da partição que vai aumentar

18 - df -h Para conferir o novo tamanho na partição que vc precisava aumentar.

sábado, 26 de maio de 2012

Malware: Aumento Considerável em Todas as Plataformas


No primeiro trimestre de 2012, já houve a detecção de 8 milhões de novas amostras de malware, mostrando que os autores dessas pragas cibernéticas continuam trabalhando no desenvolvimento incessante de novas variantes", disse Vincent Weafer, vice-presidente sênior do McAfee Labs. "As mesmas habilidades e técnicas que foram afiadas na plataforma PC, estão cada vez mais sendo implantadas a outras plataformas, tais como dispositivos móveis e sistemas Mac." Pelo fato de que muito mais usuários domésticos do que usuários empresarias utilizem essas plataformas, os ataques vão se espalhando de forma rápida. Por esse motivo é que todos os usuários, independentemente da sua plataforma, precisam ter a segurança e tomar as precauções de segurança on-line.



Essa grande explosão de infecção por malware móvel atingiu uma inclinação significativa durante o Q1 2012, com 8.000 no total de amostras de malware móveis recolhidas. Este grande aumento se deveu em parte ao McAfee Labs (com seus avanços no processo de detecção) e acúmulo de amostras de malware móvel. O lucro financeiro é um dos principais motivadores para a propagação de malware na plataforma Android, como já foi identificado pela McAfee Labs através de seu pesquisador Carlos Castillo.

Cerca de 7.000 ameaças para o sistema Android foram coletadas e identificadas até o final do 1 º trimestre, o que significa um aumento de mais de 1200 em comparação com as 600 amostras coletadas até o final do 4 º trimestre de 2011. A maioria dessas ameaças são oriundas de aplicativos de mercados de terceiros, e não são normalmente encontradas no mercado Android oficial. Devido ao aumento de malware em PCs e Macs até o final de 2011, o McAfee Labs recolheu mais de 75 milhões de amostras. Q1 2012 teve o maior número de malwares detectados em PC por trimestre nos últimos quatro anos.

Fonte: http://under-linux.org/malware-aumento-consideravel-em-todas-plataformas-4896/
Para saber mais: http://www.net-security.org/malware_news.php?id=2122

quarta-feira, 21 de março de 2012

Ativando quotas de disco no Debian Squeeze

Se ao tentar ativar uso de quota de disco no Debian Squeeze você tenha se deparado com esta mensagem:

quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.

E o serviço de quota não ativa.

Então tente os seguintes passos (logado como root):

1°- aptitude install quota quotatool

2°- Editar /etc/fstab:
UUID=e778157a-50b3-40fe-aa8b-f0ff8e19e5ef /home ext3 defaults,usrquota,grpquota 0 2

[ATENÇÃO ATENÇÃO: O UUID APRESENTADO AQUI É COLOCADO NA LINHA DO FSTAB AUTOMATICAMENTE E VARIA DE MÁQUINA PARA MÁQUINA. DÚVIDAS NESTE PONTO, POSTEM NOS DOMENTÁRIOS]

3°- mount -o remount /home

4°- Aqui é que mora uma controvérsia. Criar os arquivos aquota.user, aquota.group e setar permissão. Bom eu os criei. Veja o resultado mais abaixo:
    touch /home/aquota.user
    touch /home/aquota.group
    cd /home ; chmod 600 aquota.*

5- Roda quotacheck -vagumf

Resultado:

root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Cannot guess format from filename on /dev/sda9. Please specify format on commandline.
quotacheck: Cannot find filesystem to check or filesystem not mounted with quota option.

Então eu removi os arquivos aquota.user e aquota.group e rodei o comando novamente.

Resultado:

root@debian:/home# quotacheck -vagumf
quotacheck: Your kernel probably supports journaled quota but you are not using it. Consider switching to journaled quota to avoid running quotacheck after an unclean shutdown.
quotacheck: Scanning /dev/sda9 [/home] done
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old user quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Cannot stat old group quota file: Arquivo ou diretório não encontrado
quotacheck: Checked 171 directories and 281 files
quotacheck: Old file not found.
quotacheck: Old file not found.

Apesar dos avisos de arquivo não encontrado, os mesmos foram criados pelo quotacheck:

root@debian:/home# ls -la
total 41
drwxr-xr-x  4 root     root      4096 Mar 21 17:36 .
drwxr-xr-x 21 root     root      1024 Fev 15 18:59 ..
-rw-------  1 root     root      7168 Mar 21 17:36 aquota.group
-rw-------  1 root     root      7168 Mar 21 17:36 aquota.user
drwxr-xr-x 20 fernando fernando  4096 Mar 21 17:26 fernando
drwx------  2 root     root     16384 Fev 15 18:57 lost+found

Fiz alguns testes apresentados em aula em tutoriais e deu tudo certo.

Conclusão: Para dar certo o habilitar de quotas de disco, basta pular o passo 4 que pede para criar os arquivos aquota.user e aquota.group, pois o quotacheck -vagumf se encarrega disto.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Dica para instalação do Debian no VirtualBox


Essa é uma pequena dica que vale não só para a instalação do Debian mas para qualquer outra distribuição do Linux, cujo instalador solicita a retirada da media.

Neste caso a media é a imagem de cd, o arquivo .ISO, se estiver usando uma media física, basta apertar o eject do drive de cd no momento que for solicitado pelo instalador.

Da forma como irei mostrar com um print, não será preciso desligar a VM para então editar as configurações dela. Bastará usar os menus da janela do VistuaBox aonde roda a VM, que são:

Dispositivos > Dispositivos de CD/DVD >

No último nível do menu já são exibidas as opções de dispositivos. Que são o drive do Hospedeiro, e as imagens de cd que você tenha inserido no VirtuaBox.

Com este menu você monta de desmonta medias para sua VM em qualquer momento da execução dela.

[*Note no print que a imagem do debian esta flegada, indicando esta montada. Clicando sobre ela, será retirado o flag indicando que a imagem foi desmontada.


Snapshot virtualbox linha de comando ou snapshot virtualbox command line

Depois de ler e reler as man pages do Virtual Box, as FAQs, os manuais no site deste software de virtualização e além de muito googlar;

eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.

O comando é o seguinte:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot

Vou explicar o que significa cada coisa:

VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.

snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.

android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.

take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.

TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.

Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:

user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot

E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:

user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`

E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.

Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.

Resultados dos teste com a linha de comando.


Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Tipos de backup

Podemos ter três tipos de backup diferentes, são eles:

Incremental:

O backup incremental visa salvar as diferenças em relação ao ultimo backup completo, por exemplo: Um backup completo acontece no domingo. O incremental salvará os dados de domingo para segunda, de domingo para terça, de domingo para quarta, de domingo para quinta, de domingo para sexta e de domingo para sábado; ou seja, até chegar outro backup completo.

Diferencial:

Diferente do incremental, o diferencial, faz apenas os incrementos, assim gerando um volume menor de dados. Se o backup completo foi gerado no domingo, ele salva de domingo para segunda, de segunda para terça, de terça para quarta e assim até o próximo backup completo chegar.

Completo:

Visa salvar todos os dados, mesmo os que já foram salvos anteriormente, assim fazendo um backup completo de todos os objetos em questão.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Possível easter egg em uma das aulas da 4Linux

Estive revisando uma das aulas que estou assistindo online pela www.4linux.com e notei o que pode ser um easter egg referente a uma sena do filme O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Quem assistiu vai se ligar. Quem não assistiu, de uma "googlada" por the answer to life the universe and everything, resposta para a vida, o universo e tudo mais.

O google retorna o resultado da pesquisa também com uma brincadeira, ou seja, um easter egg; termo em inglês para surpresa devida a brincadeira que se faz com os ovos de chocolate na páscoa.

Bom, me parece que o pessoal da 4Linux não quis ficar para trás na questão de implantar uns easter eggs. Segue o print de uma das apostilas.

Na explicação sobre variáveis vemos o exemplo de uma que se chama:
ANSWER que significa, resposta, e é atribuída a ela o valor 42. Uma simples coincidência? Ou uma conspiração dos illuminati, kkkkk.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Porque é chato ter espaços em branco nos isstemas UNIX linke

Em sistemas UNIX like como o Linux, o espaço em branco é um caractere reservado do shell. A grosso modo, shell é um interpretador de comandos que pedimos para o kernel do Linux fazer.

Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
cd dir com espaços em braco
O shell retorna um erro dizendo que o diretório não existe. Para resolver isso usamos um caractere para remoção, neste casso a contra barra " \ "

(pisti, uma fofoquinha aqui, o windows é todo do contra, por isso ele usa essa barra em tudo, rsrsrsr)

Então o comando fica assim:

cd dir\ com \espaços\ em\ branco

Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.

Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.

Cálculo de UMASK Observação IMPOTANTíSSIMA

ATENÇÃO, O INICIO DO TEXTO REPETE A EXPLICAÇÃO DA APOSTILA E DOS SLIDES, MAS CONTINUE LENDO.

O calculo de umask é:

 777 permissão total..
-755 subtraído da permissão desejada...
 ---
 022 valor da umask, que é a base para a definição automática de permissões em diretórios e arquivos.

Para arquivos o sistema faz automaticamente mais um calculo, que é a remoção do bit de execução.

No momento da criação o que ocorre?

Diretórios
 777
-022
 ---
 755 no momento da criação de arquivos
-111
 ---
 644

Até agora esta tudo igual as explicações da apostila.

Mas observe o seguinte; experimente fazer estes cálculos em uma calculadora. Com estes valores anteriores o resultado em uma calculadora são os mesmos, mas você pode passar pela seguinte situação:

Sabendo que o valor de UMASK é 007, qual seria a permissão para um
arquivo simples? Vamos as contas:

Em uma calculadora:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x bit de execução
 ---
 659 Opa... apareceu um valor maior que 7? Sim isso mesmo. O calculo com a ajuda de uma calculadora resulta um valor errado, no que se refere as permissões de diretórios e arquivos no Linux.

Para o calculo de umask digamos que, não é usada uma matemática comum. No caso da subtração de 770 por 111, no calculo comum e na calculadora ocorre o "empréstimo" do 7 da segunda casa para o 0 (zero) da primeira.

No caso de calculo de umask para permissões não ocorre "empréstimo", as casas são calculadas independentemente, uma por vez. E 0 (zero) subtraído de 1 é 0 (zero), diferente da matemática comum que seria -1.

O calculo com umask 007 então fica:
 777
-007
 ---
 770 Permissão para diretórios.
-111 - Tirando o x, que é o bit de execução
 ---
 660 - Temos então a permissão para um arquivo simples, com umask = 007

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Comandos divertidos no Linux.

É ótimo ter um estudo dirigido por um professor. Trilha-se um caminho com mais segurança, confiança e ânimo.

Revisando a aula de ontem que tive na www.4linux.com.br fiz uma brincadeirinha com alguns dos comandos que aprendi, e formei a seguinte linha de comando:

fernando@br-fernando:/tmp$ awk -F : '{print $1 " <<< usa >>> " $7}' passwd | sort | nl

Agora eu explico:

O awk é um comando que busca por padrões dentro de arquivos texto e mostra o conteúdo na tela. Nesta brincadeirinha fiz com que o awk mostrasse do conteúdo do arquivo /etc/passwd a 1ª e 7ª colunas, inserindo entre elas o termo <<< usa >>>, em ordem alfabética e com as linhas numeradas.

Para por em ordem alfabética basta passar um | (pipe fala-se paipe) para o comando sort e mais um | para o domando nl

Com isso, foi formado um relatório que informa qual shell cada usuário do sistema utiliza. Fica mais ou meno assim:

     1    avahi-autoipd <<< usa >>> /bin/false
     2    avahi <<< usa >>> /bin/false
     3    backup <<< usa >>> /bin/sh
     4    bin <<< usa >>> /bin/sh
     5    couchdb <<< usa >>> /bin/bash
     6    daemon <<< usa >>> /bin/sh
     7    fernando <<< usa >>> /bin/bash

Bom, é isso ai. Conforme o aprendizado e o tempo, posto mais algumas coisas interessantes do curso.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Red Hat Lança Terceira Versão da sua Plataforma de Virtualização Empresarial


A Red Hat anunciou a versão 3 de seu Red Hat Enterprise Virtualization (RHEV). O RHEV para servidores, é o principal produto na faixa que foi introduzida no Outono de 2009 e atualizado no Verão de 2010. Ele inclui um hipervisor, às vezes chamado RHEV-H, para hospedagem de sistemas guests. Hosts são gerenciados pelo software de gerenciamento (RHEV-M), que é outra parte da variante servidor do RHEV, e que também gerencia sistemas que são virtualizados usando o Red Hat Enterprise Linux(RHEL).

O RHEV para Desktops RHEV "add-on" implementa infra-estruturas Virtual Desktop Infrastructures (VDIs) - às vezes chamado Hosted Virtual Desktop (HVD) - esta tecnologia envolve a execução de sistemas operacionais de desktop em um servidor, como guests, usuários, e em seguida, acessar esses sistemas remotos via (thin) clients.

80% das Empresas com Linux Aumentará Uso do Sistema nos Próximos Cinco Anos


Quase 80% de todas as empresas que utilizam Linux, estará aumentando o uso do sistema nos próximos cinco anos, e 84% delas, aumentaram o uso do Linux no ano passado, apesar do clima econômico. Mais dessas empresas fará a redução do número de servidores Windows que utilizam (25,9%), ao invés de aumentá-los (21,7%). Estes números estão entre os resultados do levantamento feito pela Linux Foundation's Linux Adoption Trends 2012 Enterprise End User, que analisou as respostas de 1.893 usuários de Linux; isso revela ainda os resultados do foco da pesquisa de 428 entrevistados de organizações com mais de 500 empregados, e vendas maior do que metade de um bilhão de dólares.

71,6% dos entrevistados, disseram que suas novas implementações de Linux nos últimos dois anos foram para novas aplicações e serviços com apenas 38,5% da migração do Windows, e 34,5% migrando do Unix. Cargas de trabalho críticas também estão sendo movidas para o Linux com 69,1% dos entrevistados dizem que eles estariam usando mais o sistema Linux para essas tarefas. Menor custo de propriedade (70%), recursos (68,6%) e segurança (63,6%) foram relatados para ser os drivers por trás disso a adoção do Linux.

Fonte: http://under-linux.org/80-das-empresas-com-linux-aumentara-uso-do-sistema-nos-4209/

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

American Express Corrige Vulnerabilidade Crítica


A empresa American Express, corrigiu uma vulnerabilidade de segurança em seu site que permitia injeção de SQL e, portanto, acesso direto ao banco de dados de seu servidor. O jovem Nils Kenneweg, tinha descoberto que as páginas do site da American Express não filtrava adequadamente os dados passados ​​para uma função de pesquisa, permitindo o acesso direto ao servidor de banco de dados.

Dessa maneira, ele enviou uma mensagem sobre este problema de injeção SQL para a equipe de segurança especialista nessas falhas, que foi capaz de reproduzi-lo, e assim, a informação foi transmitida para a American Express. A empresa reagiu rapidamente e corrigiu a vulnerabilidade dentro de poucos dias. Ele afirmou que a vulnerabilidade não tinha sido explorada, e que nenhum dado de cliente tinha sido comprometido. Existe alguma dúvida sobre esta declaração, no entanto, uma vez que a injeção SQL freqüentemente, permite acesso a todos os dados de um sistema afetado, e tabelas com nomes como "Accounts", freqüentemente aparecem em instruções SQL.

Saiba Mais:

http://www.itsecuresite.com/general/american-express-fixes-critical-security-vulnerability.html

Fonte/Cópia: http://under-linux.org/american-express-corrige-vulnerabilidade-critica-4173/

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Automatizando Backups no SQL Server Express


1) O primeiro passo é acessar seu servidor SQL Express e criar um diretório para o armazenamento dos arquivos de backup e seus respectivos logs. Como exemplo, crie o diretório Backups no disco C: (C:/Backups).
2) O segundo passo é copiar a procedure com o nome expressmaint.sql no servidor.
3) Salve o script na pasta C:/Backups.
4) Agora é preciso criar esta procedure no banco de dados Master do SQL Express. Para isto, abra o SQL Server Management Studio Express e com ele execute a proecedure:
5) Abra a ferramenta SQL Server Surface Area Configuration (Iniciar|Programas|Microsoft SQL Server 2005|Configuration Tools)
6) Selecione o link Surface Area Configuration for Features
7) Selecione a opção OLE Automation e clique sobre Enable OLE Automation. A ativação deste feature é necessária para o correto funcionamento da procedure. É possível que a execução da procedure já o tenha abilitado, mas vale ir dar uma olhada.
8) Clique em OK e feche a ferramenta
9) Criada a procedure e ativada a feature de OLE Automation, é preciso então criar um segundo arquivo que quando executado pelo utilitário sqlcmd.exe, irá realizar a chamada da procedure. Para isso, copie o script abaixo e salve-o como um arquivo dentro do diretório C:/Backups com o nome databasemaint.sql ou copie o arquivo de mesmo nome no servidor.
EXEC expressmaint
@database = '$(DB)',
@optype = '$(TYPE)',
@backupfldr = '$(BACKUPFOLDER)',
@reportfldr = '$(REPORTFOLDER)',
@dbretainunit = 'days',
@dbretainval = 1,
@report = 1
10) Criado o arquivo databasemaint.sql, pode-se então usar o utilitário sqlcmd.exe para chamar este arquivo e disparar a procedure expressmaint, executando então o backup desejado. Veja um exemplo na figura abaixo:



Observer que no exemplo o utilitário sqlcmd é chamado passando os seguintes parâmetros:
-S ==> O nome do servidor SQL Express
-E ==> Informa ao utilitário para se conectar no SQL Express usando a conta de usuário logada no Windows.
-i ==> Informa a localização do arquivo databasemaint.sql
-v ==> São os parâmetros utilizados dentro do arquivo databasemaint.sql. Neste caso, o sqlcmd substituirá a variável $(DB) (que está dentro do arquivo), pelo nome do banco passado no parâmetro DB. Aqui você pode passar o nome de um banco específico, ALL_USER para fazer backup de TODOS os bancos de usuário ou ainda ALL_SYSTEM para fazer backup apenas dos bancos de sistema (como visto no segundo exemplo da figura - janela DOS).
Para o parâmetro TYPE, você pode passar:
DB - Para backup Full
DIFF - Para backup differencial
LOG - Para backup de Log
CHECKDB - Para checar a integridade da base ou bases
REINDEX - Para executar um REINDEX nas bases
REORG - Para executar uma reorganização de todos os índices
Os parâmetros BACKUPFOLDER e REPORTFOLDER informam o caminho para armazenar os backups e seus respectivos logs.
11) Uma vez que os backups estão sendo executados com sucesso, você pode automatizar o processo para que este seja executado de forma automática. Como o SQL Express não possui o serviço SQL Serve Agent - que lhe permitiria criar jobs para a execução destas tarefas, a alternativa é criar os jobs através do Scheduled Tasks do Windows. Para isso, efetue um duplo-click na opção Scheduled Tasks no painel de controle do Windows.
12) Execute um duplo-click sobre a opção Add Scheduled Tasks para iniciar o Winzard.
13) Clique sobre o botão Browse e localize o utilitário sqlcmd.exe (por default está em C:|Program Files|Microsoft SQL Server|90|Tools|Binn).
14) Entre com um nome para o job (exemplo BackupSQLExpress), escolha a periodicidade de execução do job (por exemplo Daily) e clique em Next.
15) Entre com um horário para execução do job e clique em Next
16) Entre com o usuário e senha que será usado para executar o job. Use um usuário que seja administrador no Windows e no SQL Express.
17) Clique em Next e selecione a opção para abrir as propriedades avançadas do job. Clique em Finish.
18) Na caixa Run, apague o conteúdo existente e entre com:
sqlcmd -S ./SQLEXPRESS -E -i"C:/Backups/databasemaint.sql" -v DB="DBTESTE" -v TYPE="DB" -v BACKUPFOLDER="C:/backups" -v REPORTFOLDER="C:/backups"
Nota: Novamente não esqueça de substituir as barras (/) da linha acima pela barra de separação de diretório. Observe a figura abaixo.




19) Clique em OK e confirme a senha para o usuário novamente.
Pronto, agora o job está criado e será executado automaticamente pelo Windows nos horários e dias agendados. Para testar o job clique sobre o mesmo com o botão direito e selecione a opção Run. Verifique se os arquivos de backups e logs foram criados no diretório C:/Backups. Caso ocorra algum problema, certifique-se de ter alterar a barra (/) na linha de comando e de ter digitado a senha correta para o usuário.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Backup MySQL automatizado em arquivos separados por data: Para Windows com Cobian Backup


É coisa simples, nada mais nada menos do que um "batizinho" (.bat) com um linha que chama o mysqldump.exe e passa uns parâmetros para ele.

Certa mente há formar melhores de ser fazer isso, mas a forma que vou apresentar é a que melhor se encaixou à minha necessidade.

No caso uso o Conian Backup, e nele não encontrei uma forma de fazer backups do MySQL em arquivos .sql. O jeito foi criar um script Batch do DOS e mandar o Cobian executar ele. Podeira usar o agendador de tarefas do windows, mas no meu caso quero manter as rotinas de backup centralizadas.

Vamos ao script:

@ECHO OFF
C:\caminho\do\mysql5.xxx\bin\mysqldump.exe -q -u root -B NomeDaBase >> C:\caminho\do\bkp\NomeDaBase-%date:~10,4%-%date:~7,2%-%date:~4,2%_%time:~0,2%_%time:~3,2%_%time:~6,2%.sql

Eitahá, pra que esse monte de % _ ~ e números?

Isso gera o arquivo .sql inserindo em seu nome a data e hora no seguinte formato/exemplo:

2011-10-26_17_43_34
ano-mês-dia_hora_minuto_segundo.
O nome do aquivo ficará parecido com isso: NomeDaBase-2011-10-26_17_43_34.sql

Para que você possa pensar um pouco e assim consiga personalizar o seu script, vou explicar como funciona esse tal de %date:~10,4% (neste caso é o ano) e o %time:~0,2%  (nesta caso é a hora)

O date e o time são variáveis do DOS que correspondem a data e a hora. Digitando estes comando do DOS ele mostra na saída padrão a data e a hora, respectivamente.



Usando os parâmetros, por exemplo :~10,4 logo após o date vão informar para o DOS usar os 4 caracteres da variável a partir do 10º, ou seja a partir da barra ( / ) que vem logo antes do ano.

E os parâmetros :~0,2 logo após o time vão informar para o DOS usar os dois caracteres da variável a partir do começo dela.

Agora dos parâmetros passados para mysqldump.exe; é o seguinte:

-q (de queijo) é para que o mysqldump não use buffer, enviando o resultado direto para a saída padrão ou para o arquivos direcionado.

-u é para definir o usuário e o -B para definir o nome da base.

Simples né?

Para quem ficou curioso sobre o Cobian backup esse é o site dele: http://www.educ.umu.se/~cobian/cobianbackup.htm

E para fazer ele chamar um programa é a seguinte dela:




Clique em Executar e em seguida navegue em busca do programa que você quer executar.



O problema SPAM


Quero expressar minha opinião com respeito ao artigo, O Brasil no cenário do envio de spam. Eu o li em 07/01/2010 neste link: http://www.cgi.br/publicacoes/documentacao/spam.htm

Neste documento é citado que o problema do spam vem aumentando no Brasil deviso ao abuso de máquinas dos usuários finais e que medidas como a Gerência de Porta 25[1] poderão trazer bons resultados.

Como gerente de TI e Atendimento ao Cliente, venho observando que sim, o abuso de máquinas dos usuários finais está aumentando. E vejo que não, medidas como a Gerência de Porta 25, verificação de DNS reverso politica SPF e tantas outras técnicas que são criadas não resolverão o problema do spam, porque no fim as técnicas acabam sendo burladas.

A resolução está nos usuários finais aliado a melhoria da qualidade, estabilidade e preço da banda larga brasileira.

Como dito no artigo mencionado no início, os usuários precisam adotar uma postura mais pró-ativa na Internet[2]. Devem deixar de ser meros consumidores e passarem a ser clientes de verdade.

Vejo como uma medida extremamente cabível é; estimular os usuários a abandonarem o uso de clientes/programas de e-mail e passarem a usar o webmail de seus provedores.

Neste ponto entra a melhoria da qualidade, estabilidade e preço da banda larga brasileira, não apenas para o usuário final mas para os provedores de hospedagem também, melhorando assim a performance dos webmails.

Com o aumento do uso de webmail não teremos máquinas de usuários finais sendo conectadas à porta 25, basicamente a porta 80 ou uma outra específica para o webmail acessado via browser (navegador de páginas na internet). Com o webmail, as mensagens tem origem direto no servidor de hospedagem, e são enviadas para o servidor de destino. Servidores estes que tem a sua disposição técnicos capacitados para manter o bom funcionamento.

Os usuários devem abandonar o hábito de salvar senhas. Existem muitos vírus de computador conseguem roubar senhas salvas nos clientes/programas de e-mail e com isso disparar spans autenticando com o login do usuário em seu servidor de hospedagem.

Além do uso de webmail, os usuário finais devem ser estimulados a configurar as suas contas de e-mail para aceitarem mensagens apenas de suas listas brancas e esquecer o uso de listas negras. Assim como na configuração de um firewall, é muito mais prático fechar todas as portas e depois abrir apenas as portas que são necessárias. Ou seja, é muito mais prático liberar os endereços dos amigos do que bloquear o resto do mundo.

Outra prática que deve ser abolida é o e-mail marketing. É apenas um nome bonito para spamer. Todos odeiam receber spam, mas adoram enviar. Politica de e-mail marketing é o mesmo que vender habilitação para um motorista imprudente, ou porte de arma de fogo.

O ambiente do e-mail é destinado para comunicação formal e documentação. Não é lugar para o marketing.

O spam não é um problema apenas dos provedores de hospedagem ou de banda larga, ou de quem entende de informática. É um problema de todos e deve ter a colaboração de todos para ser eliminado. Vamos deixar de ser hipócritas preguiçosos e acordar para realidade, somos todos responsáveis e culpados de tudo.

Referencias.
[1] The Only Good Spam Comes from Hormel, Dr. Rob Kolstadhttp://www.usenix.org/publications/login/2005-02/openpdfs/motd.pdf

[2] Cartilha de Segurança para Internet http://cartilha.cert.br/
Vídeos Educativos do Antispam.br http://www.antispam.br/videos/

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Comparando arquivos com VI ou VIM


O vimdiff permite que você compare as diferenças entre 2 ou 3 arquivos utilizando o editor de textos Vim ou Vi.
O uso do vimdiff é bastante simples. Para iniciá-lo utilize a seguinte linha de comando:
# vimdiff [ opções ] arquivo1.txt arquivo2.txt [ arquivo3.txt ]
ou
# vimdiff arquivo.php arquivo.php.bak
Ele irá abrir o Vim com 2 ou 3 janelas verticais (uma para cada arquivo) com as diferenças entre os arquivos destacadas. Se você quiser que as janelas sejam dividias horizontalmente, utilize a opção -o. (Não experimentei ainda.)
Se você estiver utilizando a tela divida verticalmente, utilize a combinação de teclas Ctrl + W L para passar para a tela da direita e Ctrl + W H para voltar para a tela da esquerda. Se você estiver utilizando a tela dividida horizontalmente, utilize Ctrl + W J para ir para a tela de baixo e Ctrl+ W K para voltar para a tela de cima.
Fontes:
http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=23894
http://www.vivaolinux.com.br/dica/Comparando-arquivos-com-o-vimdiff
Olha só como é que fica…


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Windows viaja no tempo.

Incrível, o Windows consegue modificar um arquivo antes mesmo de ele ser criado. Vejam o print.


Criado em 15 de junho de 2011 e modificado em 12 de maio de 2011, + ou - uns 2 meses antes, haha.

Ok, eu sei como é que isso pode acontecer, mais eu não poderia perder a piada. E por mais que seja possível, não deixa de ser bizarro =P

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Usando VNC com o Cliente do Terminal Server no Ubuntu

Você se incomoda com a lentidão do Visualizador de área de trabalho remota (o vinagre) usado como cliente de VNC no Ubuntu?

Acha que essa lentidão é natural do protocolo VNC?

E para deixar você ainda mais intrigado, ao abrir o Cliente do Terminal Server (tsclient), no campo protocolo existe a opção VNC porém desabilitada. =0


Para acabar com isso, basta o seguinte comando de instalação:

sudo apt-get install xtightvncviewer

Feito isso o tsclient passa a exibir habilitada a opção de protocolo VNC. Só não entendo porque isso não vem por padrão.

Além de concentrar em um único aplicativo a comum tarefa de um administrador de sistemas, que é o acesso remoto em servidores; o acesso via VNC com o tsclient é muito mais rápido.

A imagem fica muito mais nítida, a combinação de teclas funciona melhor e até a área de transferência (ctrl + c e ctrl + v) ganha um significativo desempenho.

Adeus vinagre e seus bugs.